Trump não acusa Moscovo, como Obama

Trump recusa-se a acusar a Rússia de interferência nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.

O Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, recusou-se hoje a acusar a Federação Russa de interferência cibernética nas eleições presidenciais norte-americanas, depois de uma reunião com dirigentes dos serviços de informações.

Trump reforçou a recusa, alegando que estava confiante que o resultado das eleições não foi afetado pela pirataria informática.

A declaração foi feita depois de uma reunião entre Trump e quatro dirigentes dos serviços de informações, os quais suportam a tese de que dirigentes russos de topo são os responsáveis pelo esforço inédito de influenciar a eleição, através do roubo e divulgação de documentos embaraçantes para Hillary Clinton, rival de Trump na eleição presidencial.

"Apesar de Rússia, China, outros países, grupos e pessoas terem consistentemente procurado penetrar nas infraestruturas informáticas das nossas instituições governamentais, empresariais e partidárias, como o Comité Nacional Democrático [instância dirigente do Partido Democrata], não tiveram absolutamente qualquer efeito no resultado da eleição", disse, em comunicado.

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