Anunciados finalistas da 13.ª edição do Prémio Novos Artistas Fundação EDP

Os artistas Isabel Madureira Andrade, AnaMary Bilbao, Dealmeida Esilva, Mónica de Miranda, Henrique Pavão e Diana Policarpo são os seis finalistas da 13.ª edição do Prémio Novos Artistas Fundação EDP, foi hoje anunciado.

Os artistas são os protagonistas da exposição do prémio a inaugurar em 15 de maio, no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa.

Selecionados pelos três curadores da exposição - Inês Grosso, Sara Antónia Matos e João Silvério -, os seis finalistas provêm de mais de 530 candidatos e vão apresentar obras novas produzidas de propósito para a mostra. O vencedor será escolhido por um júri internacional, no decurso da exposição.

O Prémio Novos Artistas Fundação EDP foi constituído tendo já distinguido criadores como Joana Vasconcelos, Leonor Antunes, Vasco Araújo, Carlos Bunga, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, João Leonardo, André Romão, Gabriel Abrantes, Priscila Fernandes, Ana Santos, Mariana Silva e Claire de Santa Coloma.

O galardão é reconhecido como um dos mais significativos no panorama artístico português, e "demonstra a forte aposta da Fundação EDP na descoberta de novos talentos e novas propostas artísticas na arte contemporânea em Portugal".

"A premiação destes artistas e a oportunidade que Fundação EDP oferece de trabalharem de forma orientada por um curador, no contexto de um museu, tem-se revelado fundamental para o início ou reforço de significativas e notáveis carreiras nacionais e internacionais", adiantou a instituição.

A exposição será inaugurada durante a feira internacional de arte contemporânea ARCOlisboa, e ficará patente até outubro deste ano, na galeria da Central 1, do MAAT.

Isabel Madureira Andrade, formada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é natural dos Açores, expôs no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na Casa -- Museu Medeiros e Almeida e na Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, entre outras instituições, e está representada nas coleções da Fundação Portuguesa das Comunicações, da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

A artista luso-espanhola AnaMary Bilbao é doutoranda em Estudos Artísticos - Arte e Mediações, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, estudou na School of Arts - Birkbeck, da Universidade de Londres e frequentou os cursos de Pintura e Cinema/Imagem em movimento no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa. O seu trabalho encontra-se representado em coleções como as de António Cachola e Figueiredo Ribeiro. Vive entre Lisboa e Londres.

Nascido em Lisboa, Dealmeida Esilva vive e trabalha atualmente em Zurique e Lisboa e, em 2011, fez parte de uma residência organizada pelo movimento e-flux com o artista Liam Gillick, em Basileia, enquanto a artista visual Mónica de Miranda é investigadora de pós-doutoramento no Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa. Dealmeida Esilva tem exposto em Portugal, Alemanha, Suíça, República Checa e Filipinas.

Mónica de Miranda é artista visual e investigadora de pós-doutoramento no Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa, licenciada em Artes Visuais pela Camberwell College of Arts (Londres, 1998). Foi bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. É uma das fundadoras do projeto Hangar. Participou em exposições no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, na Bienal de São Tomé e Príncipe, na Paris Foto e na ARCOMadrid, na Carpe Diem e na Fundação Calouste Gulbenkian, entre outras.

Henrique Pavão, formado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Royal Academy of Arts de Estocolmo, fez o Mestrado em Artes Visuais na Malmo¨ Art Academy, com o artista dinamarquês Joachim Koester, e expôs na KHM Gallery, em Malmo¨, na Suécia, onde venceu o prémio Edstrandska Stiftelsens Stipendium. Expôs na galeria Uma Lulik, em Lisboa, com curadoria de Sérgio Mah, na Culturgest Porto, com curadoria de Delfim Sardo. Participou em exposições coletivas como a "Anozero'17", da bienal de Coimbra. Vive e trabalha em Lisboa.

A artista visual e compositora Diana Policarpo tem trabalhos de investigação sobre relações de poder, cultura popular e política de género. Estudou música no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, licenciou-se em Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design e tem um mestrado em Artes Visuais (MFA) pelo Goldsmiths College, em Londres.

Expôs em galerias de Leipzig, Londres, Baden-Baden e em mostras coletivas em Lisboa, Porto, Melbourne, New Castle, Nova Iorque, Amesterdão, Oslo, entre outras cidades.

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