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Ferro admite parêntesis na evolução da despesa social

Ferro Rodrigues defende uma paragem no investimento público e social nos próximos anos. Contudo, sublinha que o PS é o partido que consegue defender os pilares do estado social.

Questionado pela TSF esta quarta-feira, o cabeça de lista do PS de Lisboa e antigo ministro do Trabalho e da Solidariedade considerou que nos próximos três a quatro anos vai ser preciso fazer «uma espécie de parênteses em que as coisas não podem avançar ao mesmo nível de despesa pública e também de despesa social», devido ao acordo assinado com a "troika".

Contudo, sublinhou que o PS, ao contrário do que pretende o PSD, não vai pôr em causa as estruturas do estado social, em concreto, as que «permitem que haja o Serviço Nacional de Saúde (SNS), a escola pública e uma Segurança Social com direitos para os pensionistas e direitos para os contribuintes».

Por seu lado, José Sócrates garantiu que o PS vai cumprir o memorando de entendimento.

Em Caneças, o candidato descobriu sorrisos de apoio e gritos de vitória nos socialistas, mas também voltou a ouvir alguma contestação.

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