ABC: António Costa lidera popularidade europeia

A revista de imprensa internacional contada esta manhã, 6 de abril, na TSF.

Na capa do Voz da Galiza está uma foto da Praça do Obradoiro, em Santiago de Compostela. Completamente vazia, não se vê ninguém. Por baixo da foto, duas palavras: Galiza cumpre. Na manchete deste jornal, "Espanha baixa de um contágio por cada infetado e Galiza roça essa meta".

No La Vanguardia da Catalunha, leio que Sanchez recolhe apoio autonómico para isolar contagiados em hotéis.

No ABC é Sánchez, o presidente do governo espanhol, quem fica pior e vamos lá adivinhar quem fica melhor... este jornal de Madrid publica uma série de rostos de líderes políticos europeus e os respetivos índices de popularidade (dados recolhidos pelos correspondentes do jornal)... Pedro Sánchez 27%, Macron 39, Boris Johnson 55, Angela Merkel 63%, Guiseppe Conte 71, António Costa 75%.

No La Razon, a manchete é: "Confinar assintomáticos só com autorização judicial".

O governo espanhol parece ter planos para isso, assim escreve o El País: "O Governo estuda o isolamento massivo de positivos assintomáticos". Também na primeira do mais lido jornal espanhol, "Superar o vírus aos 88", "78% da população octogenária cura-se". Este jornal conta a história de Guadalupe e José. E ainda, na primeira do El País, um olhar para o exterior: vários países ensaiam o rendimento básico perante o travão a fundo na economia.

No Cinco Dias, Espanha já é o país com mais mortes por habitante.

Em França, o Figaro faz manchete de um assunto que por cá também se fala muito: "Usar máscara: o grande volte-face das autoridades".

No Les Echos, "A Europa dividida sobre a fatura da crise". Apresenta um exclusivo este diário: "os gestos que Berlim está pronta a fazer - diz o Les Echos - para estragar um consenso".

O Le Temps, da Suiça já fala em "Desconfinamento"... Chama-lhe "a contagem decrescente"... a Suíça é dos países com o maior número de casos por habitante. Na parte suiça que fala italiano, e também a olhar para o futuro, o La Regione escreve em machete: "serão meses de normalidade limitada".

No La Libre, da Bélgica, "como os nossos museus se adaptam à crise". Aqui o possessivo "nossos", refere-se aos museus belgas, claro está.

Um salto para onde tudo começou... no China Daily, os líderes top, cimeiros, os que mandam digamos assim, prestam homenagem às vítimas.

No outro gigante asiático, a revista India Today, pergunta na capa: Como Prevenir um Colapso: com as vidas e a economia em perigo, é uma guerra de duas frentes contra a pandemia do corona... a letras vermelhas, escreve: o que a Índia tem de fazer.

O Jerusalem Post diz que "o desemprego atinge um quarto da força de trabalho".

O País, em Angola, diz que Covid-19 suspende admissões na Função Pública, numa primeira página em que vários pares de mãos se lavam sob o título "coronavírus acelera para 14", em que se escreve que a China assegura apoio aos angolanos mais vulneráveis e onde há um Paulo Flores à guitarra a prestigiar o Dia da Paz com show interativo na Internet. Nos dias que correm, só mesmo assim.

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