Adiada maratona de Wuhan devido a aumento de casos de Covid-19

As autoridades estão a tentar conter os casos, procedendo a testes em massa dos residentes das localidades afetadas e confinamentos seletivos.

A maratona de Wuhan, que devia realizar-se neste domingo, foi adiada devido aos receios crescentes de ressurgimento da Covid-19 na China, à medida que se aproximam os Jogos Olímpicos de inverno de 2022, em Pequim.

Na últimas 24 horas, a Comissão de Saúde da China detetou 26 infeções locais no país.

Pequim vai assinalar na quarta-feira os cem dias que antecedem os Jogos Olímpicos de inverno, com início marcado para 4 de fevereiro, tendo os organizadores admitido, no início deste mês, estarem sob "grande pressão" devido à Covid-19.

As autoridades estão a tentar conter os casos, procedendo a testes em massa dos residentes das localidades afetadas e confinamentos seletivos.

Mas perante o aumento do número de casos, a organização da maratona de Wuhan, onde foi identificada a doença em final de 2019, decidiu adiar a prova "para prevenir o risco de propagação da epidemia", de acordo com um comunicado divulgado no final da semana.

O evento deveria contar com 26 mil participantes, entre as provas da maratona e da meia maratona, noticiaram os meios de comunicação estatais.

Contactada pela agência de notícias France-Presse, a organização da maratona de Pequim, prevista para o próximo domingo, não adiantou se iria manter a prova.

A China reduziu drasticamente o número de infeções no país graças a campanhas maciças de testes e ao encerramento das fronteiras.

A Covid-19 provocou pelo menos 4.926.579 mortes em todo o mundo, entre mais de 242,39 milhões de infeções pelo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse, divulgado na sexta-feira.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.129 pessoas e foram contabilizados 1.084.534 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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