Advogado pessoal de Trump tenta bloquear vitória de Biden na Pensilvânia

Rudy Giuliani, advogado pessoal de Donald Trump, regressou na terça-feira a um tribunal federal após longa ausência para acusar os democratas no poder nas grandes cidades de conspiração nacional para se apoderarem da presidência do país.

O caso em tribunal insere-se na campanha de Donald Trump para a instauração de processos federais destinados a impedir os responsáveis oficiais do estado da Pensilvânia de certificarem os resultados eleitorais, apesar de ainda não terem sido anunciados evidentes casos de fraude desde o dia das eleições presidenciais, a 3 de novembro.

Os advogados que defendem os argumentos dos democratas, e após a anunciada vitória eleitoral do seu dirigente Joe Biden, declarado pela generalidade dos media Presidente eleito, têm insistido que os argumentos da campanha de Trump não possuem bases constitucionais ou foram considerados irrelevantes pela decisão de um Tribunal supremo estatal, anunciada na terça-feira.

Desta forma, solicitaram ao juiz distrital Matthew Brann para rejeitar o caso, ao definirem as alegações como "irregularidades vulgares" que não vão comprometer a os resultados eleitorais no estado da Pensilvânia, que fornecem a vitória a Joe Biden.

Guiliani, antigo presidente da câmara municipal de Nova Iorque, tem-se referido a um vasto esquema nas grandes cidades da Pensilvânia e em outros dez locais, com o objetivo de impedir a reeleição de Trump.

Quase duas semanas depois da eleição, presidencial, Trump continua a afirmar que ganhou e a alegar a existência de fraudes, que lhe teriam retirado essa vitória, mas sem apresentar provas.

Biden deve ser investido presidente em 20 de janeiro, mas a agência que gere a burocracia federal, a Administração dos Serviços Gerais, recusa certificar a sua vitória, o que o tem impedido de ter informações classificadas e meios para preparar a transição.

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