Alemanha com 11 mortes nas últimas 24 horas

Mais 300 casos nas últimas horas na Alemanha.

A Alemanha contabiliza até hoje 181.815 casos de covid-19, um aumento de 333 em relação ao dia anterior, e 8.511 vítimas mortais, uma subida de 11 nas últimas 24 horas.

O Instituto Robert Koch (RKI) revela que há nesta altura mais 600 casos considerados curados, para um total de aproximadamente 165.900.

Segundo uma sondagem revelada esta segunda-feira pelo instituto YouGov, um em cada dois alemães seria vacinado contra o vírus se isso já fosse possível, enquanto um em cada cinco dos 2.056 entrevistados recusava ser vacinado.

Para já, ainda não estão disponíveis vacinas e, de acordo com os especialistas, as primeiras não deverão estar prontas este ano.

Ensaios clínicos podem, no entanto, incluir a vacinação prévia de alguns grupos populacionais.


Já sobre a obrigatoriedade de uma possível vacina que prevenisse a covid-19, 44 por cento dos inquiridos neste estudo desenvolvido para a Agência de Notícias Alemã respondeu ser a favor, e 40 por cento contra.

O governo alemão já sublinhou várias vezes que não incluirá no plano de vacinação obrigatório uma futura vacina contra este coronavírus.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 370 mil mortos e infetou mais de seis milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,5 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.410 pessoas das 32.500 confirmadas como infetadas, e há 19.409 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,8 milhões, contra mais de 2,1 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (mais de 161 mil, contra mais de 178 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num "grande confinamento" que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

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