"Alerta vermelho sobre quadro negro"

Fazer críticas à China já é complicado na academia francesa. Investigadores em autocensura, funcionários consulares chineses intervêm, instituições dizem que é "não assunto". Faz a capa do Libération.

No El País, "Espanha lidera a corrida da vacinação": A Espanha tornou-se o país dos 50 mais populosos do mundo com a maior percentagem da população completamente vacinada contra o coronavírus. Segundo os últimos dados comparáveis ​​do site Myworldindata, promovido pela Universidade de Oxford, Espanha ultrapassou o Reino Unido em segundas doses na quinta-feira, tendência que se mantém com os números divulgados ontem. Segundo o último boletim de vacinação do Ministério da Saúde, 25,9 milhões de espanhóis já receberam o esquema completo, o que representa 54,7% da população.

Entretanto, a Galiza vai começar a dobrar a curva desta quinta vaga na primeira semana de agosto. Ou seja, entenda-se: para a semana. É manchete no Correo Gallego.

"Alerta vermelho sobre o quadro negro"... A China entra nas universidades francesas. O assunto faz a primeira página do diário francês Libération... E conta a história de um um professor-investigador, furioso com a direção da universidade, que terminou com uma parceria com a China. Foi uma conferência sobre Xinjiang que se transformou em luta após a intervenção de dois funcionários do consulado chinês. Ou a história do jovem investigador especializado na China que responde que, "claro", fala sobre o Tibete nas suas aulas, mas "colocando as formas", ou seja, engolindo muita coisa e ignorando outro tanto para não ver recusado o próximo visto para entrar na república popular da China. Em pequenos passos, o regime chinês expande a influência nas universidades e grandes escolas superiores francesas. Quaisquer que sejam as disciplinas. Vozes tímidas levantam-se no meio académico, muitas vezes acusadas de invenções, até de xenofobia, a maioria cala-se, por se tratar -como alegam os superiores interesses das instituições - de um não assunto.

A França tem falta de madeira: os motivos desta penúria que faz manchete no Fígaro... Com o fim da crise, a procura por madeira explode em todo o mundo. A França não é exceção. Os profissionais, especialmente na indústria da construção, sofrem terrivelmente, diz o jornal. Os preços disparam, para desgosto dos clientes, e os prazos de entrega estão a aumentar. Esta situação deve ser resolvida nos próximos meses mas o setor francês, que emprega 400 mil pessoas (mais do que o automóvel), é frágil. O país carece de madeira para construção, serrarias e vende boa parte do que tem de madeira para o exterior, em particular para a China, maior exportador mundial de móveis... No sábado, o governo libertou 100 milhões de euros para ajudar a indústria.

No jornal O País, diário angolano, parlamento pode autorizar hoje envio de militares para Cabo Delgado... ajuda angolana a caminho. cito o jornal: "deputados à Assembleia Nacional poderão votar, hoje, a favor, a solicitação do Presidente da República, João Lourenço, sobre o envio de um contingente militar a Moçambique para auxiliar as forças de defesa no combate ao terrorismo na região de Cabo Delgado".

O oficial Jornal de Angola faz a habitual agenda do senhor presidente e conta, em manchete: "presidente já em Ancara para acordos económicos". É a visita de João Lourenco à Turquia. Os dois países assinam, hoje, em Ancara, acordos de cooperação nos domínios dos Transportes, Militar, Comércio e Indústria, Economia e Recursos Minerais. Recep Tayip Erdogan. garante também a Lourenço o estabelecimento de ligações aéreas nos dois sentidos. Prevê-se que a Turkish Airlines, companhia aérea turca, inicie ligações para Luanda ainda no decorrer deste ano".

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