Suspenso grupo parlamentar de amizade com a Rússia. Zonas de Severodonetsk estarão sob controlo russo

A guerra na Ucrânia causou a fuga de mais de oito milhões de pessoas, das quais mais de 6,6 milhões para fora do país. Siga ao minuto na TSF.

PorTSF
© Alessandro Guerra/EPA (arquivo)

Pró-russos transportam cereais ucranianos de comboio até à Crimeia

As autoridades pró-Rússia na região ucraniana de Zaporijia anunciaram esta terça-feira o transporte por comboio do primeiro lote de cereais com destino à península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014.

Os cereais foram transferidos da cidade de Melitopol para a Crimeia a bordo de onze carruagens, explicou Yevgueni Balitski, chefe da administração civil-militar de Zaporijia, em declarações à televisão estatal russa.

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"No campo de batalha." Zelensky defende vitória militar antes de negociações de paz

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que o seu país precisa de uma vitória sobre a Rússia "no campo de batalha", antes de qualquer negociação de paz.

"A vitória deve ser sobretudo no campo de batalha", disse o Presidente, numa entrevista ao jornal britânico Financial Times, repetindo que o seu país precisa de, pelo menos, "tantas armas quantas as que os russos possuem".

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Preços dos combustíveis "só vão baixar quando a guerra parar"

Os preços dos combustíveis voltaram a aumentar significativamente esta semana em Portugal, mas António Costa acredita que os portugueses compreendem bem o que se está a passar, tendo em conta a "dramática situação da guerra" que o mundo vive e o impacto do conflito no preço do petróleo.

"Temos prestado apoio significativo às empresas de transportes. Temos, por outro lado, um mecanismo que é fixado à sexta-feira em função da previsão do aumento do preço da semana seguinte para reduzir em ISP o montante da receita fiscal. Os preços só vão baixar quando a guerra parar e for restabelecida a normalidade no fornecimento do combustível. Estas medidas que podemos adotar do ponto de vista fiscal podem mitigar o impacto para os consumidores e para as famílias, mas mitigar não significa eliminar, significa apenas diminuir o impacto", explicou António Costa em Paris, onde está a visitar exposições sobre Gulbenkian.

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ONU confirma mais de 4200 civis mortos na guerra na Ucrânia

A ONU confirmou esta terça-feira que pelo menos 4253 civis morreram e 5141 ficaram feridos em pouco mais que três meses de guerra na Ucrânia, sublinhando que os números reais poderão ser muito superiores.

Das vítimas mortais confirmadas pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), 272 são crianças, e há também 433 crianças entre os feridos, de acordo com as estatísticas diariamente atualizadas desde o início da ofensiva russa, a 24 de fevereiro.

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Kiev acusa Rússia de deter 600 pessoas em Kherson

A Ucrânia acusou esta terça-feira o exército russo de ter detido cerca de 600 pessoas, incluindo jornalistas e ativistas pró-Kiev, na região de Kherson, no sul do país, inteiramente ocupada pelas forças de Moscovo.

"Segundo as nossas informações, cerca de 600 pessoas estão (...) detidas em porões especialmente preparados na região de Kherson", informou Tamila Tacheva, representante do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para a Crimeia, península ucraniana fronteiriça com Kherson que foi anexada por Moscovo em 2014.

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Japão e NATO reforçam cooperação militar e exercícios conjuntos

O Japão e a NATO concordaram esta terça-feira em intensificar a cooperação militar e os exercícios conjuntos, por considerarem que a invasão russa da Ucrânia está a deteriorar o ambiente de segurança na Ásia e na Europa.

O ministro da Defesa japonês, Nobuo Kishi, disse que o Japão espera reforçar os seus laços com os países europeus e congratulou-se com o envolvimento alargado da NATO na região Indo-Pacífico.

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Exército russo castiga oficiais que enviaram recrutas para a guerra

O exército russo puniu mais de uma dezena de oficiais por terem enviado cerca de 600 recrutas para a guerra na Ucrânia, anunciou esta terça-feira um procurador militar em Moscovo.

O procurador militar do distrito ocidental, Artur Yeguiev, disse no Senado russo que o Ministério Público militar tomou medidas disciplinares contra "cerca de uma dúzia de oficiais".

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Parlamento português aprova suspensão do grupo de amizade com a Rússia

Os deputados da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas aprovaram esta a suspensão por tempo indeterminado do Grupo Parlamentar de Amizade com a Rússia por causa da invasão à Ucrânia.

A suspensão das relações com os parlamentares da Rússia foi aprovada por unanimidade pelos deputados presentes. Os deputados do PCP, BE, PAN e Livre não estiveram presentes na reunião da comissão.

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Zelensky satisfeito com a continuidade de Boris Johnson

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, manifestou esta terça-feira a sua satisfação por Boris Johnson se manter como primeiro-ministro do Reino Unido, depois de ter ultrapassado, na segunda-feira, uma moção de censura interna ao seu Partido Conservador.

Nessa votação, Johnson obteve 59% do apoio dos deputados conservadores, contra 41% que manifestaram oposição à sua liderança em descontentamento com o escândalo do partygate, a festas na residência oficial, em Downing Street, durante a pandemia.

O Presidente ucraniano chamou Johnson de "verdadeiro amigo da Ucrânia" quando falou através de uma ligação de vídeo num evento organizado hoje pelo jornal Financial Times (FT).

"A maior vulnerabilidade que a Europa tem está no setor da energia"

António Costa falou aos jornalistas antes de um encontro com o presidente francês, Emmanuel Macron, e afirmou que, devido à Guerra na Ucrânia, percebeu-se que "a maior vulnerabilidade que a Europa tem está no setor da energia". Por isso, o primeiro-ministro português ressalvou a necessidade de "acelerar a transição energética para garantir a segurança" da energia europeia.

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Rússia reclama controlar zonas residenciais da cidade de Severodonetsk

A Rússia assegurou esta terça-feira que as suas forças armadas assumiram o controlo das zonas residenciais de Severodonetsk e de 97% da região de Lugansk, no leste da Ucrânia, a que pertence a cidade.

"As áreas residenciais de Severodonetsk foram totalmente libertadas. A conquista da sua zona industrial e localidades vizinhas prossegue", disse o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, numa reunião com chefias militares, citado pela agência francesa AFP.

A cidade de Severodonetsk é o epicentro dos combates na região do Donbass, formada pelos territórios de Lugansk e Donetsk, que a Rússia disse que ia libertar quando invadiu a Ucrânia há mais de três meses.

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"Procurar a via do diálogo." Japão reforça sanções contra Rússia

​​​​​​​O Japão vai adotar novas sanções contra Moscovo, na sequência da invasão da Ucrânia, penalizando bancos e a exportação de bens que contribuam para reforçar infraestruturas industriais russas, anunciaram esta terça-feira as autoridades nipónicas.

A decisão do Ministério dos Negócios Estrangeiros japonês vai afetar duas instituições bancárias da Rússia, o Banco de Crédito de Moscovo e o Banco Agrícola da Rússia, e o Banco de Desenvolvimento e Reconstrução da Bielorrússia, país aliado de Moscovo.

"Para deter a Rússia o mais rapidamente possível e procurar a via do diálogo é necessário ajudar a Ucrânia e tomar medidas fortes contra a Federação", disse o porta-voz do Ministério japonês, Hirokazu Matsuno, numa conferência de imprensa.

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Zelensky alerta que Rússia mantém 2500 prisioneiros da fábrica de Azovstal

A Rússia mantém prisioneiros cerca de 2500 soldados que foram capturados na siderurgia Azovstal, na cidade costeira ucraniana de Mariupol, afirmou o Presidente da Ucrânia.

Num encontro com jornalistas, divulgado por meios de comunicação social do país, Volodymyr Zelensky reconheceu, porém, que "é difícil precisar" quantos soldados foram levados do complexo siderúrgico de Azovstal, depois de semanas de bloqueio e bombardeamentos.

O chefe de Estado ucraniano disse que o Ministério da Defesa ucraniano está a trabalhar na libertação dos soldados, não avançando pormenores sobre a operação.

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Letónia proíbe a transmissão de todos os canais de televisão russos

A Letónia proibiu a transmissão de todos os canais de televisão russos até que Moscovo termine com a guerra na Ucrânia, medida que entra em vigor na quarta-feira, revelou esta segunda-feira o regulador do setor.

O Conselho Nacional de Meios Eletrónicos de Massas (NEPLP) já tinha proibido vários canais de televisão russos de transmitirem no país báltico desde a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014.

O regulador citou, na altura, o uso de propaganda belicista e agressiva contra a Ucrânia e os seus cidadãos, bem como a ameaça para a segurança da Letónia para justificar a proibição.

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Moscovo acusa EUA de realizarem ciberataques contra "infraestrutura crítica"

Moscovo acusou esta segunda-feira os Estados Unidos de serem responsáveis por vários ciberataques contra "infraestrutura crítica" na Rússia e de utilizarem o "Exército cibernético" da Ucrânia para executarem as ações.

"Sob o pretexto de defender a democracia, eles [os EUA] desencadearam uma agressão cibernética contra a Rússia e os seus aliados", acusou esta segunda-feira Andrei Krutskij, diretor do Departamento de Segurança Informática do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

Segundo Krutskij, Washington está a usar o "Exército cibernético" da Ucrânia para estes ataques, noticia a agência Ria-Novosti.

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Japão reforça sanções contra Rússia

O Japão vai adotar novas sanções contra Moscovo, na sequência da invasão da Ucrânia, penalizando bancos e a exportação de bens que contribuam para reforçar infraestruturas industriais russas, anunciaram esta terça-feira as autoridades nipónicas.

A decisão do Ministério dos Negócios Estrangeiros japonês vai afetar duas instituições bancárias da Rússia, o Banco de Crédito de Moscovo e o Banco Agrícola da Rússia, e o Banco de Desenvolvimento e Reconstrução da Bielorrússia, país aliado de Moscovo.

"Para deter a Rússia o mais rapidamente possível e procurar a via do diálogo é necessário ajudar a Ucrânia e tomar medidas fortes contra a Federação", disse o porta-voz do Ministério japonês, Hirokazu Matsuno, numa conferência de imprensa.

Abrimos este liveblog para acompanhar ao minuto a situação da guerra na Ucrânia. Pode ler o essencial das últimas 24 horas aqui.

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