Pelo menos cinco mortos após colapso de bancada em tourada na Colômbia

Autoridades locais temem que o número de vítimas mortais venha a subir. Ainda não é conhecido o número de pessoas que ficaram feridas.

Pelo menos cinco pessoas morreram, este domingo, depois de uma bancada ter colapsado, durante uma tourada, em El Espinal, na Colômbia, de acordo com o jornal colombiano El Tiempo. Não se sabe ainda quantas pessoas terão ficado feridas.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a banca da praça de touros a cair, durante o espetáculo tauromáquico, e uma onda de pessoas a fugir.

Na sequência do incidente, um touro escapou da praça e causou o pânico na cidade, adianta ainda a BBC News.

O incidente ocorreu durante um evento tradicional dos festejos de São Pedro, a "corraleja", em que o público é incentivado a entrar na arena para interagir com os touros.

De acordo com o jornal El Tiempo, que cita um autarca local, Iván Ferney Rojas, os serviços de emergência e os hospitais da zona não estavam a conseguir responder ao número de feridos, com muitas pessoas a não terem ainda recebido assistência. "Precisamos de ajuda de ambulâncias de de hospitais vizinhos. Há muitas pessoas que ainda não foram socorridas", declarou.

A autarquia de Espinal veio publicamente lamentar o sucedido e apelar à calma da população: "Lamentamos profundamente o que aconteceu na praça de touros. Queremos pedir calma a toda a comunidade. Uma vez conhecida a emergência, as agências de socorro agiram imediatamente, conseguindo a evacuação dos feridos para os cuidados primários", declarou a Alcaldía de Espinal, num comunicado. "Acionámos o Conselho Municipal de Gestão de Risco de Desastres, assim que tivermos um relatório oficial, divulgá-lo-emos."

O Presidente eleito da Colômbia, Gustavo Petro, também já reagiu ao acontecimento na sua página oficial de Twitter. "Espero que todas as pessoas afetadas pelo desabamento da Praça de El Espinal possam sair ilesas. Isto já havia acontecido antes em Sincelejo. Peço aos prefeitos que não autorizem mais espetáculos com a morte de pessoas ou animais", escreveu.

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