Bolsas europeias em baixa, preocupadas com avanço da pandemia na Europa

Um cientista do Reino Unido advertiu que não é conveniente reservar férias no verão no estrangeiro devido ao risco de se importarem para solo britânico novas variantes da covid-19.

As principais bolsas europeias abriram esta quarta-feira em baixa, preocupadas com o avanço da pandemia na Europa, que pode vir a atrasar o ritmo da recuperação económica.

Cerca das 08h40 em Lisboa, o EuroStoxx 600 descia 0,40%, para 421,60 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,45%, 0,52% e 0,58%, bem como as de Milão e Madrid, que se desvalorizavam 1,00% e 0,61%, respetivamente.

Depois de ter aberto em baixa, a bolsa de Lisboa mantinha a tendência e, cerca das 08h40, o principal índice, o PSI20, descia 0,92%, para 4.833,66 pontos.

Esta quarta-feira, os investidores aguardam a publicação das estimativas 'flash' dos índices PMI na zona euro, que darão uma visão mais atualizada do ritmo da recuperação económica, enquanto a pandemia avança no Velho Continente, tendo levado alguns países a aplicarem novas restrições como é o caso da Alemanha, França e Itália.

Um cientista do Reino Unido advertiu que não é conveniente reservar férias no verão no estrangeiro devido ao risco de se importarem para solo britânico novas variantes da covid-19.

Wall Street também terminou em baixa na terça-feira, num dia em que o presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell, afirmou que a recuperação está a progredir "mais rapidamente" do que o esperado e insistiu que o risco de uma inflação persistente é baixo.

A bolsa de Nova Iorque terminou em baixa na terça-feira, com o Dow Jones a cair 0,94%, para 32.423,15 pontos, contra o atual máximo desde que foi criado em 1896, de 33.015,37 pontos, em 17 de março.

No mesmo sentido, o Nasdaq fechou a desvalorizar-se 1,12%, para 13.227,70 pontos, contra o atual máximo de 14.095,47 pontos, em 12 de fevereiro.

A nível cambial, o euro abriu hoje em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1816 dólares, contra 1,1857 dólares na terça-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em maio abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 61,44 dólares, contra 60,79 dólares na terça-feira e o atual máximo desde dezembro de 2018, de 69,63 dólares, em 11 de março.

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