Brasil supera os 2,8 milhões de infetados com Covid-19

Nas últimas 24 horas, o Brasil contabilizou 1154 óbitos devido à doença.

O Brasil superou esta quarta-feira os 2,8 milhões de infetados pelo novo coronavírus, depois de registar nas últimas 24 horas 51.603 notificações da doença, anunciou o Ministério da Saúde.

Além de 2.801.921 de infetados, o país totaliza 95.819 mortes provocadas pela Covid-19.

Nas últimas 24 horas, o Governo brasileiro confirmou 1154 vítimas mortais associadas ao novo coronavírus.

Segundo o Ministério, 1.970.767 pessoas já recuperaram, enquanto outros 735.335 pacientes estão sob acompanhamento.

Já o consórcio de empresas de comunicação social que também divulga os números da pandemia recolhidos junto das secretarias de saúde dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal anunciou que o país somou 56.411 casos da doença no último dia, atingindo um total de 2.808.076 infeções.

Nas últimas 24 horas, este consórcio confirmou 1394 mortes devido ao novo coronavírus, contabilizando agora um total de 96.096 óbitos.

Também esta quarta-feira, o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, vetou um projeto de lei que previa indemnizações para os profissionais da área da saúde incapacitados devido à Covid-19, após serem contaminados enquanto atuavam na linha de frente do combate à pandemia.

Bolsonaro também vetou pagamento de 50 mil reais (cerca de oito mil euros) aos familiares de profissionais de saúde que morreram devido à Covid-19 e que foram infetados no local de trabalho.

O Presidente e brasileiro justificou o veto a este diploma aprovado na íntegra no Congresso explicando que a legislação fiscal impede o pagamento da indemnização e mencionou que o projeto não apresentava a estimativa do impacto no Orçamento.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 694 mil mortos e infetou mais de 18,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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