Brasil ultrapassa 1,5 milhões de casos de covid-19

A pandemia já provocou 63174 mortes no país.

O Brasil ultrapassou hoje a barreira de 1,5 milhões de pessoas diagnosticadas com covid-19, totalizando ainda 63.174 mortos devido ao novo coronavírus desde o início da pandemia, informou o executivo.

Os dados fazem parte do último boletim do Ministério da Saúde, que indicou que nas últimas 24 horas foram registados 1.290 óbitos e 42.223 novos infetados pelo novo coronavírus.

A taxa de letalidade da doença no país mantém-se hoje nos 4,1%, momento em que se encontra ainda sob investigação uma eventual relação de 3.968 vítimas mortais com a covid-19.

De acordo com o executivo, 488 das 1.290 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas foram incluídas nos dados de hoje.

No país sul-americano, dos 1.539.081 casos confirmados, 868.372 pacientes já recuperaram da doença causada pelo novo coronavírus e 607.535 infetados continuam sob acompanhamento.

Além de ocupar a segunda posição na lista de países com mais mortos e infetados pela pandemia, o Brasil é também a segunda nação com maior número de doentes recuperados da covid-19, apenas atrás dos Estados Unidos da América.

Geograficamente, o foco da pandemia no país está em São Paulo, estado que tem hoje 310.702 pessoas diagnosticadas e 15.694 óbitos, sendo seguido pelo Rio de Janeiro, que acumula 118.956 casos de infeção e 10.500 vítimas mortais.

O Brasil, com uma população estimada de 210 milhões de pessoas, tem hoje uma incidência de 30,1 mortes e 732,4 casos da doença por cada 100 mil habitantes.

O diretor do programa de Emergências Sanitárias da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou hoje que existem alguns sinais de estabilização do contágio no Brasil.

"Os números estabilizaram-se nos últimos dias. (...) A esperança é de que não voltem a aumentar", disse Ryan, numa conferência de imprensa em Genebra, Suíça.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 522 mil mortos e infetou mais de 10,92 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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