Chile deixa estado de emergência imposto desde março de 2020

A mudança pôde ser vista imediatamente nas principais ruas de Santiago, a capital do país sul-americano, onde as empresas prolongaram o seu horário de abertura.

O Chile deixa esta sexta-feira de estar sob um estado de emergência decretado na sequência da pandemia, pondo fim ao recolher obrigatório que tem sido imposto em todo o país desde março de 2020.

Nas últimas 24 horas o país registou 895 casos, o número mais alto em seis semanas.

A mudança pôde ser vista imediatamente nas principais ruas de Santiago, a capital do país sul-americano, onde as empresas prolongaram o seu horário de abertura, que permaneceu restrito durante toda a emergência.

A resolução do executivo chegou na segunda-feira pouco depois de anunciar a reabertura das fronteiras à entrada de estrangeiros vacinados a partir de 01 de outubro, após várias semanas em que se registou uma diminuição significativa dos casos.

"Era necessário fornecer ao nosso país mais e melhores ferramentas para combater a pandemia do coronavírus, permitindo a restrição da liberdade e mobilidade das pessoas através de medidas como quarentenas, cordões sanitários e recolher obrigatório. Este estado de catástrofe permitiu que as Forças Armadas colaborassem no controlo e supervisão das medidas de emergência que o governo teve de adotar", disse o Presidente chileno, Sebastián Piñera durante o anúncio.

Com este novo cenário, não haverá mais quarentenas regionais ou comunitárias em todo o país, embora medidas como o isolamento de positivos, contactos próximos, suspeitos e viajantes sejam mantidas, para além das limitações de capacidade, dependendo da situação epidemiológica.

Até à data, 1,6 milhões de pessoas foram infetadas pelo SARS-CoV-2 no Chile e mais de 45.000 pessoas morreram, incluindo casos confirmados e suspeitos, segundo o Departamento de Estatística e Informação do Ministério da Saúde.

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