Contestação do resultado? Bolsonaro recolhe dados da alegada parcialidade do tribunal eleitoral

Tribunal Superior Eleitoral proibiu o presidente de usar a residência oficial para vídeos de cariz eleitoral e ordenou a remoção de uma notícia falsa partilhada por Bolsonaro.

A campanha de Jair Bolsonaro está a recolher vários episódios que demonstram, alegadamente, parcialidade do Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente brasileiro durante a votação deste domingo.

Estes casos poderão servir de base para a contestação do resultado, em caso de derrota de Bolsonaro, avança a Folha de São Paulo.

Entre os casos em questão estão a proibição de uso do Palácio da Alvorada (a residência oficial do Presidente) e no Palácio do Planalto (sede do governo federal) para gravar e transmitir vídeos em direto da campanha eleitoral.

Também a ordem de remoção de textos nas redes sociais que associavam falsamente Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital, considerada a maior organização criminosa do Brasil, a Lula da Silva.

Marcola está com os direitos políticos suspensos por ser condenado "por decisão transitada em julgado" e, por isso, nem poderia votar nestas eleições, esclareceu o presidente do TSE, Alexandre de Moraes.

A informação falsa foi divulgada no portal Antagonista e nas redes sociais e partilhada pelo próprio Jair Bolsonaro, pelos seus filhos e muitos apoiantes.

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