Continuam buscas em Lanzarote depois de naufrágio com morte de três migrantes

Os residentes de Órzola, no norte da ilha de Lanzarote foram os primeiros a ir para o mar, alertados pelos gritos dos náufragos no final do dia de quinta-feira.

As buscas vão continuar esta manhã para encontrar mais vítimas ou sobreviventes do naufrágio de um barco semirrígido que naufragou nas Canárias com cerca de 46 migrantes a bordo, tendo morrido três.

Os residentes de Órzola, no norte da ilha de Lanzarote foram os primeiros a ir para o mar, alertados pelos gritos dos náufragos no final do dia de quinta-feira, para os ajudar numa zona rochosa onde o barco encalhou, cerca de 600 metros a leste do porto da cidade.

Depois de dado o alerta, bombeiros, proteção civil e várias agências de emergência da ilha encontraram durante os trabalhos de resgate os corpos de duas mulheres, uma delas grávida, e cerca de 01:30 da manhã o de um homem, nas proximidades do porto.

Segundo as forças de emergência, ao todo foram resgatados 38 ou 39 sobreviventes, dos 46 que se pensa que estariam no barco, sendo 20 homens, 10 mulheres e os restantes bebés e crianças.

Os dados da embarcação coincidem com os de um alerta de partida de um barco da costa de Guelmim, em Marrocos, a cerca de 270 quilómetros de Lanzarote.

A busca por terra de mais sobreviventes ou vítimas deste naufrágio foi suspensa até ao amanhecer desta sexta-feira, apesar de um helicóptero de resgate ter continuado as operações de busca durante a noite.

Na quinta-feira chegaram à costa das Ilhas Canárias, para além dos que se encontram neste naufrágio, 113 outros imigrantes em dois barcos semirrígidos, seis dos quais bebés.

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