Daesh. Luso-neerlandesa Ângela Barreto condenada a quatro anos e meio de prisão

O Tribunal de Roterdão considerou a luso-neerlandesa culpada de pertencer à organização terrorista, preparar ataques e recrutar novos membros.

A luso-neerlandesa Ângela Barreto foi condenada a quatro anos e meio de prisão pelo Tribunal de Roterdão, nos Países Baixos, esta sexta-feira.

De acordo com o jornal De Telegraaf, Ângela Barreto, de 26 anos, foi considerada culpada de pertencer à organização terrorista Daesh, de preparar ataques e recrutar novos membros.

O Ministério Público neerlandês tinha pedido seis anos de prisão, mas a pena aplicada pelo Tribunal de Roterdão é, ainda assim, a mais alta já aplicada no país para uma mulher que viajou para a Síria para se casar e constituir família com um membro do Daesh.

Em 2014, quando tinha 18 anos, Ângela viajou para a Síria onde viria a casar com outro português pertencente ao Daesh, Fábio Poças, e manteve-se lá até 2019. Depois foi lavada para um campo de prisioneiros curdo, onde viu o filho morrer. Daí conseguiu escapar de novo para a Síria e por fim para os Países Baixos, onde se encontra detida na prisão feminina de Zwolle. Foi julgada em Roterdão.

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