Disponibilidade de Biden para a recandidatura é a correção de um erro

Numa análise na Tarde TSF, a investigadora do IPRI Nova Diana Soller olhou para alguns detalhes da primeira conferência de imprensa de Joe Biden, na Casa Branca, desde o início do mandato.

A investigadora Diana Soller interpreta a disponibilidade manifestada pelo Presidente dos Estados Unidos, para se recandidatar ao lugar, em 2024, como a correção de um erro estratégico, que vinha da campanha do ano passado.

"Com agendas internas e externas tão ambiciosas", a intenção de fazer apenas um mandato "mostravam um sinal de fraqueza, e até uma contradição", explicou Diana Soller.

A investigadora acrescenta que esses sinais poderiam ser mal entendidos "pelos adversários e até pelo próprio partido".

Biden voltou a dar relevo à China, como problema principal, no cenário internacional, e também aqui, de acordo com Diana Soller, há uma mudança em relação ao inicio do mandato, onde a Rússia tinha uma maior prevalência no discurso.

Em termos internos, parece claro, que Joe Biden vai assumir a condução das políticas para lidar com a pandemia, e será, tudo indica, Kamala Harris, a tomar a cargo, o tema das migrações, com Diana Soller a lembrar que há uma nova crise de migrantes a explodir, nos Estados Unidos, por estes dias.

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