Ex-diretora do Palácio Nacional da Ajuda inconformada com roubo em museu alemão

Mais de uma centena de joias com diamantes do século 18 foram roubadas de um dos mais antigos museus do mundo.

Isabel Silveira Godinho, antiga diretora do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, confessou na TSF uma grande tristeza com o roubo das joias no museu de Dresden, na Alemanha. O roubo da madrugada desta segunda-feira está a ser considerado o maior roubo de joias do pós-guerra.

Foram mais de uma centena de joias com diamantes do século 18, roubadas de um dos mais antigos museus do mundo. Admite-se que o valor total seja acima dos mil milhões de euros. Os ladrões ainda estão em fuga. A polícia não sabe ao certo quantos foram, mas pelo menos dois ficaram registados nas câmaras de vigilância.

As autoridades alemãs admitem que, além destas cem joias, os assaltantes tenham levado outros objetos. Isabel Silveira Godinho conhece bem o museu histórico de Dresden. Em declarações à TSF fala num acervo milionário e numa perda irreparável.

"É um museu impressionante, dos melhores do mundo. São coleções de joias perfeitamente impressionantes e visitar este museu é um prazer para a vista. Já lá estive. Conheci-o como um edifício completamente extraordinário e conhecido mundialmente. Tudo o que seja roubo é uma tristeza monumental, é uma raiva", explicou Isabel Silveira Godinho.

A antiga diretora do Palácio Nacional da Ajuda lamenta ainda que a segurança não seja suficiente e que os museus sejam palco frequente de assaltos.

"Se quiser ver o que é roubos em museus nos últimos 20 ou 30 anos vai ficar completamente espantada porque nunca lhe passou pela cabeça que tantos museus tenham sido roubados. Coisas de milhões, centenas e milhares, com valores altíssimos", acrescentou a antiga diretora do Palácio Nacional da Ajuda.

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de