Estados Unidos planeiam empréstimos para ajudar petrolíferas

Secretário do Tesouro norte-americano afirmou à Fox News que a opção está a ser "estudada de perto" com o secretário da Energia.

Os Estados Unidos estão a avaliar a criação de uma linha de crédito às empresas do setor petrolífero, afetadas pela forte queda no preço do barril nas últimas semanas, disse este domingo o secretário do Tesouro norte-americano.

Steven Mnuchin afirmou à Fox News que a opção está a ser "estudada de perto" com o secretário da Energia, garantindo que o Governo norte-americano não fará "qualquer resgate financeiro que beneficie os acionistas".

O presidente Donald Trump anunciou, na terça-feira, que pediu ao seu governo um plano de ajuda de emergência para a indústria de petróleo e gás.

Com as medidas de confinamento impostas para travar a propagação do novo coronavírus, os transportes e as empresas pararam e a procura de petróleo colapsou.

Interrogado na sexta-feira durante a conferência de imprensa na Casa Branca sobre a possibilidade de o Governo norte-americano comprar participações das empresas de energia em troca de ajuda financeira, o secretário de Estado do Tesouro respondeu que seria uma das alternativas a considerar.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 200 mil mortos e infetou mais de 2,9 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 800 mil doentes foram considerados curados. Os Estados Unidos são o país com mais mortos (53 934) e mais casos de infeção confirmados (quase 940 mil).

Seguem-se Itália (26 384 mortos, mais de 195 mil casos), Espanha (23 190 mortos, mais de 226 mil casos), França (22 614 mortos, cerca de 160 mil casos) e Reino Unido (20 319 mortos, mais de 148 mil casos).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

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