EUA e Coreia do Sul vão intensificar exercícios militares face à ameaça de Pyongyang

Declaração conjunta foi emitida após uma cimeira em Seul entre o Presidente dos EUA, Joe Biden, e o Presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol.

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul anunciaram este sábado a intenção de reforçar os exercícios militares conjuntos para enfrentar a ameaça da Coreia do Norte.

"À luz da evolução da ameaça colocada pela República Popular Democrática da Coreia (RPDC), os dois líderes concordam em iniciar discussões para expandir o âmbito e a escala dos exercícios e treinos militares conjuntos na Península Coreana e à volta desta", de acordo com uma declaração conjunta emitida após uma cimeira em Seul entre o Presidente dos EUA, Joe Biden, e o Presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol.

Joe Biden chegou na sexta-feira à Coreia do Sul, naquela que é a primeira paragem do presidente norte-americano, numa viagem destinada a colocar o foco na Ásia à medida que a guerra na Europa grassa e as tensões na Coreia do Norte crescem.

Biden faz depender reunião com Kim Jong-un da sua "sinceridade" e "seriedade"

Joe Biden afirmou que só concordará com uma eventual reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, se este for "sincero e sério" na reabertura do diálogo sobre desnuclearização.

As declarações do Presidente norte-americano surgiram em resposta a uma pergunta sobre se estaria disposto a realizar uma cimeira com Kim Jong-un e sob que condições.

O Presidente dos EUA afirmou também que Washington "ofereceu vacinas" à Coreia do Norte face à onda de infeções de Covid-19 que o regime começou a relatar na semana passada, embora por enquanto ainda "não tenha havido resposta" de Pyongyang.

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