França em vigilância reforçada devido a variante do Reino Unido

Chefe do Governo disse que "a situação se degradou nos últimos dias" e que metade dos novos casos registados no país é provocada pela variante do Reino Unido.

O primeiro-ministro de França, Jean Castex, anunciou esta quinta-feira que 20 departamentos franceses estão em vigilância reforçada podendo haver medidas adicionais como confinamentos locais a partir de 06 de março, caso a situação pandémica não melhore.

O chefe do Governo disse esta quinta-feira em conferência de imprensa que "a situação se degradou nos últimos dias" e que metade dos novos casos registados no país é provocada pela variante do Reino Unido.

"Sabemos que esta variante, que se dissemina depois do fim de janeiro, pode vir a produzir a qualquer momento, uma nova escalada epidémica já que é mais contagiosa", afirmou o governante.

Assim, mais cidades para além de Nice e Dunquerque podem ver as suas populações confinadas ao fim de semana, para além do recolher obrigatório instaurado em todo o território nacional entre as 18h00 e as 06h00.

Esta quinta-feira foram recenseados em França 25 403 novos casos, uma diminuição face à véspera em que tinham sido detetados mais de 30 mil. No total, já houve 3 668 813 casos de Covid-19 detetados no país.

A doença fez 261 mortos nas últimas 24 horas, aumentando assim o total de mortos desde o início da pandemia para 85 582.

Há atualmente 25 317 pacientes internados nos hospitais franceses devido ao vírus, menos 297 do que quarta-feira. 3430 dessas pessoas estão internadas nos cuidados intensivos.

No país já foram vacinadas 2,7 milhões de pessoas e as autoridades anunciaram esta quinta-feira que a vacinação para as pessoas entre 65 e 75 anos vai abrir-se já em abril, assim como a vacinação para pessoas mais jovens mas com doenças particularmente sensíveis à Covid-19.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 2 498 003 mortos no mundo, resultantes de mais de 112,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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