França regista 34.895 novas infeções e 178 mortes em 24 horas

Nas unidades de cuidados intensivos, o cenário agravou-se, estando a ser assistidas 5.838 pessoas, mais 69 em comparação com o dia anterior.

A França registou 34.895 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas e 178 mortes em hospitais, aumentando para 98.750 o número de óbitos no país, segundo dados oficiais deste domingo do Governo gaulês.

Desde o início da pandemia foram infetadas em França, com o coronavírus, 4.980.501 pessoas, de acordo com as autoridades francesas.

Hoje aumentou para 30.671 o número de internados com o SARS-CoV-2, face aos 30.326 pacientes que se encontravam hospitalizados no sábado.

Nas unidades de cuidados intensivos, o cenário também se agravou, estando hoje a ser assistidas 5.838 pessoas, mais 69 em comparação com o dia anterior e acima das 4.900 pessoas que foi preciso atender no pico da segunda vaga, em meados de novembro.

O ministro da Saúde gaulês, Olivier Véran, disse hoje, numa entrevista ao Le Journal du Dimanche, estar a ver "os primeiros sinais que mostram que o comportamento dos franceses, as medidas de contenção e vacinação travaram o aumento muito acentuado" dos casos de infeção pelo coronavírus.

O abrandamento na propagação da Covid-19, segundo Véran, é muito mais evidente nas regiões onde as restrições para conter a propagação da pandemia estão em vigor há mais tempo.

O atual regime de semiconfinamento, alargado a todo o país no último fim de semana, deverá ser prolongado pelo menos até ao final de abril, para permitir que o desconfinamento possa começar a ser feito com mais garantias.

De acordo com a Direção-Geral da Saúde francesa, 10.809.209 pessoas receberam já a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e 3.721.019 receberam as duas injeções, que lhes garantem imunidade.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 2.929.563 mortos no mundo, resultantes de mais de 135,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China..

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