Fundação de Bill Gates é a segunda maior doadora da OMS… logo atrás dos EUA

Gates escreveu no Twitter que o mundo precisa hoje, mais do que nunca, da OMS.

A Fundação Bill e Melinda Gates é a segunda maior doadora da Organização Mundial de Saúde... logo atrás dos Estados Unidos da América, e o fundador da Microsoft foi também um dos primeiros a reagir.

Gates escreveu no Twitter que o mundo precisa hoje, mais do que nunca, da OMS porque não há outra organização que a possa substituir no trabalho que tem feito no combate à pandemia de Covid-19.

Bill Gates acrescentou que a retirada de financiamento é tão perigosa como parece.

Uma das justificações utilizadas por Trump foi o alegado favoritismo que a OMS dá à China. Pequim já reagiu à decisão e considera que esta enfraquece a cooperação internacional no combate global ao novo coronavírus.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros desafiou Washington a respeitar os compromissos assumidos. Também a União europeia se manifestou preocupada.

O representante da política externa dos 27 defendeu que não há qualquer justificação para cortar os fundos num momento em que se combate uma pandemia. A crise só pode ser combatida em conjunto, acrescentou Josep Borrel.

Na Alemanha, o ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que culpar outros pelo que se passa não resolve os problemas. Heiko Maas considera que é hora de investir na distribuição de testes e no desenvolvimento de vacinas, pelo que a Organização Mundial de Saúde é essencial.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Irlanda afirmou que a decisão de Trump é indefensável e que minar a confiança e o financiamento neste momento é chocante.

Já a primeira ministra da Nova Zelândia argumenta que o mundo precisa mais do que nunca de partilhar informações e de aconselhamento, e é isso que a OMS tem feito.

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