Grécia levanta quarentena para viajantes da UE e mais cinco países

O anúncio ocorre num momento de pico da pandemia de Covid-19 no país, com dezenas de mortes e mais de 1.500 casos de infeções pelo coronavírus por dia.

As autoridades da aviação civil grega anunciaram esta segunda-feira o levantamento da quarentena obrigatória de sete dias em vigor até agora para viajantes "residentes permanentes de países membros da União Europeia (UE)", do Espaço Schengen e outros cinco países.

Também entram nesta lista o Reino Unido, os Estados Unidos, Israel, Sérvia e os Emirados Árabes Unidos".

Este levantamento da quarentena, imposta devido à pandemia do SARS-CoV-2, é aplicado para voos relativos a "viajantes que receberam as duas doses da vacina" ou para aqueles que "são negativos para o vírus e têm teste negativo para coronavírus com menos de 72 horas", disse a declaração da aviação civil grega.

O anúncio ocorre num momento de pico da pandemia do SARS-CoV-2 no país, com dezenas de mortes e mais de 1.500 casos de infeções pelo coronavírus por dia.

Os habitantes da Grécia ainda estão sujeitos a confinamento estrito e as viagens entre regiões só são permitidas por razões "essenciais" (familiares ou profissionais).

A quarentena será suspensa hoje, mas as outras "restrições para voos domésticos ou internacionais vigorarão até 26 de abril", disse a aviação civil, que reavalia regularmente as medidas em função da situação de saúde.

A Grécia está a preparar-se para abrir a temporada turística em meados de maio, mas o Governo grego anunciou na semana passada a intenção de abrir suas fronteiras esta semana para visitantes de países europeus ou de outros países que tenham "um certificado de vacinação ou testes PCR" negativos com menos de 72 horas.

Apenas os turistas israelitas, que estão vacinados, não estão sujeitos a essas obrigações em decorrência de um acordo bilateral.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 3.011.975 mortos no mundo, resultantes de mais de 140,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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