"Houve muitas provocações." Rússia fala em autodefesa e culpa líderes ucranianos e europeus

Perante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, Vasily Nebenzya garantiu que as forças russas "não estão a ameaçar civis".

O embaixador russo na ONU, Vasily Nebenzya, acusa os media ocidentais de dizerem muitas mentiras em relação à Rússia, garantido que o país, liderado por Vladimir Putin, apenas exerceu direito de autodefesa, depois de ter lançado uma ofensiva contra a Ucrânia.

"Durante muitos anos, a Ucrânia fez sabotagem. Antes de tudo, devia haver diálogo entre Donetsk e Lugansk. Não podemos continuar assim. Nos últimos tempos, muitos países ofereceram armas à Ucrânia e eles pensaram que, com o apoio da Europa, conseguiam resolver. Houve muitas provocações por parte da Ucrânia, mas a Europa deixou que os cidadãos de Lugansk se matassem a eles próprios", explicou.

O embaixador defende que a Rússia tem de defender as pessoas naqueles territórios ucranianos, fazendo uma desnazificação contra quem cometeu crimes, incluindo cidadãos da Rússia.

"A Rússia defende-se a si própria. Temos de evitar uma nova Guerra Mundial", afirmou.

"Forças russas não estão a ameaçar civis"

O embaixador russo na ONU acredita que as Nações Unidas podem ajudar a resolver o conflito entre a Rússia e a Ucrânia e garante que as "forças armadas russas não estão a ameaçar os civis".

"O Governo ucraniano e os colegas europeus são responsáveis por isto. As forças armadas russas não estão a ameaçar os civis. Naquelas cidades, até agora, há transportes e os serviços funcionam normalmente, incluíndo na área de Chernobyl que está guardada pelas forças armadas russas, não há nenhuma ameaça. A ameaça são os nacionalistas ucranianos", sublinha.

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