Índia restringe exportação de açúcar para proteger reservas e baixar inflação

A Índia decidiu restringir as exportações de açúcar a 10 milhões de toneladas a partir de junho "para que se mantenha a disponibilidade interna e a estabilidade dos preços" durante o período de cultivo anual da cana-de-açúcar.

A Índia vai impor restrições à exportação de açúcar para proteger as próprias reservas e reduzir a inflação depois de terem sido interditadas as exportações de cereais, no quadro da crise global de produtos agrícolas.

A Índia é o primeiro produtor mundial de açúcar e o segundo exportador, depois do Brasil.

Devido à crise agrícola mundial, agravada pela invasão russa da Ucrânia, a Índia decidiu restringir as exportações de açúcar a 10 milhões de toneladas a partir de junho, refere um comunicado do Ministério da Alimentação do governo de Nova Deli.

A decisão começa a vigorar a partir do dia 1 de junho e foi adotada "para que se mantenha a disponibilidade interna e a estabilidade dos preços" durante o período de cultivo anual da cana-de-açúcar.

Em meados de maio, invocando a inflação e a segurança alimentar, a Índia interditou as exportações de trigo.

Paralelamente, a Indonésia interrompeu de forma temporária as exportações de óleo de palma e a Malásia restringiu a venda de carne de frango.

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