Inquérito a atentado de 2017 em Londres encontra falhas na proteção de peões

Apesar das lacunas, o magistrado responsável ilibou a polícia de falhas relacionadas com o ataque.

O magistrado responsável por um inquérito judicial público sobre o atentado terrorista de London Bridge, em Londres, em 2017, criticou hoje a falta de barreiras de proteção dos peões, mas ilibou a polícia de falhas.

Mark Lucraft concluiu na sexta-feira, após sete semanas de audições de testemunhas e especialistas, que as oito vítimas foram "mortas ilegalmente" durante o ataque de 3 de junho de 2017, que também deixou 48 pessoas feridas.

O ataque começou quando dois transeuntes foram atropelados na ponte London Bridge por uma carrinha conduzida por três terroristas, que depois saíram do veículo e atacaram várias pessoas nas proximidades com facas, só parando quando foram mortos a tiro pela polícia.

O magistrado criticou as autoridades por não terem colocado barreiras de proteção ao longo da ponte, que descreveu como um local "particularmente vulnerável", apesar de um ataque similar ter acontecido três meses antes na ponte de Westminster, também em Londres.

As famílias de algumas das vítimas criticaram a polícia e os serviços de segurança por não tomarem medidas para impedir o ataque ou diminuir seu impacto tendo em conta que alguns dos terroristas terem sido identificados e vigiados devido às preocupações com o extremismo.

Porém, o comissário adjunto da Polícia Metropolitana de Londres, Neil Basu, que responsável pelo combate ao terrorismo, refutou as reprovações.

"Nem aqueles mais próximos dos agressores, e nós ouvimo-los falar durante o inquérito", sabiam "dos planos assassinos", vincou, alegando que "nunca será possível travar todos os ataques".

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