Da troca de fraldas às notas sujas. Eis as descobertas mais estranhas do ano

Prémios de 10 mil milhões de dólares do Zimbabué premeiam as ideias mais estranhas do ano.

Na Universidade de Harvard, foram conhecidos os vencedores dos prémios IgNobel, onde se destacam as descobertas científicas mais estranhas do ano. São prémios satíricos e entre os dez laureados há um cientista que inventou uma máquina de trocar fraldas e investigadores japoneses que calcularam quanta saliva é que uma criança de cinco anos produz ao longo do dia.

Treinar cirurgiões é tão fácil como treinar golfinhos ou cães, mas tem de ser com aquele dispositivo que faz cliques, pois funciona tão bem como as palmadinhas nas costas. A cientista que chegou a esta conclusão sublinha que habitualmente os mais velhos treinam os mais novos, mas com muita pressão e menos eficácia, levando ao medo de fracassar.

Com o método agora apresentado, afirma a cientista Pryor, os cirurgiões aprenderam a usar as ferramentas com grande confiança e tornam-se pessoas calmas, agradáveis ​​e serenas. Este estudo foi publicado numa revista científica.

O prémio Ignóbil da Economia foi para investigadores de um centro de doenças infecciosas de uma universidade holandesa que responde à pergunta "Qual o papel de moeda mais sujo?". As notas romenas foram consideradas as que têm mais bactérias.

Nos prémios, um engenheiro iraniano inventou uma máquina muito prática para trocar fraldas e um cientista italiano concluiu que a pizza faz bem à saúde. Silvano Gallus foi um dos cientistas presentes na cerimónia , recebeu o prémio e sublinhou que o estudo apenas incidiu sobre a pizza italiana, tendo como fundamento os ingredientes da dieta mediterrânica: só assim a pizza pode prevenir doenças e fazer bem a saúde.

Como muitos dos vencedores, Gallus, um renomado cientista, ficou emocionado ao ganhar um IgNobel e um cheque no valor de 10 mil milhões de dólares... do Zimbabué.

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