Maioria dos brasileiros não reconhece medidas positivas a Bolsonaro

Questionados sobre o que Bolsonaro terá feito de melhor desde que assumiu a Presidência do Brasil, 39% dos entrevistados disse "nada" e outros 19% não souberam responder.

Mais de metade dos brasileiros não conseguiu citar nenhuma medida positiva tomada pelo Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que completou 200 dias de Governo na semana passada, refere esta segunda-feira uma pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha.

Questionados sobre o que Bolsonaro terá feito de melhor em pouco mais de seis meses na Presidência do Brasil, 39% dos entrevistados disse "nada" e outros 19% não souberam responder.

Já 8% consideraram que ele avançou na área da segurança, 7% avaliaram positivamente alterações no sistema de pensões, 4% viram melhorias no combate à corrupção, 4% citaram decretos de flexibilização da posse e do porte de armas e 1% o fim do horário de verão.

Cerca de 16% dos entrevistados mencionou alternativas positivas que foram unificadas na alternativa "outros" da pesquisa porque representam menos de 1% das opiniões.

Este levantamento não delimitou um conjunto de alternativas para os entrevistados, que puderam responder livremente.

O Datafolha também perguntou o que Bolsonaro fez de pior desde que assumiu o cargo de Presidente, em um de janeiro.

Os decretos sobre posse e porte de armas aparecem em primeiro lugar entre as iniciativas mal avaliadas pelo entrevistados (21%), seguido pelas mudanças no sistema de pensões (12%).

A imagem pública do Presidente, que inclui declarações polémicas, uso de palavras ofensivas e a postura de Bolsonaro em relação aos seus filhos na articulação política do Governo, foi citada por 9% dos entrevistados enquanto 3% avaliou mal as inciativas para aérea da educação.

Já 19% dos entrevistados declarou que não saberia responder à pergunta, 18% consideraram que o chefe de Estado brasileiro não fez nada de ruim enquanto a categoria outros representou 15% das respostas.

A Pesquisa Datafolha compilou dados sobre 2.086 entrevistas realizada entre 4 e 5 de julho em 130 municípios de todo o Brasil. O levantamento tem margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

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