Já não há doentes com Covid-19 nos hospitais de Wuhan

Só em Wuhan foram confirmados quase 46.500 casos de Covid-19.

Já não há doentes com Covid-19 nos hospitais de Wuhan, a cidade chinesa que começou por ser epicentro do novo coronavírus, antes de a pandemia se alastrar por todo o mundo.

O porta-voz da Comissão nacional de saúde do país, Mi Feng, revelou que todos os doentes tiveram alta até este domingo. O acontecimento foi reportado pela imprensa local como um "dia histórico".

No hospital construído em apenas 10 dias para tratar os muitos doentes do novo coronavírus, as camas estão agora vazias.

No total, só em Wuhan foram confirmados quase 46.500 casos de Covid-19, o que representa mais de metade do que em toda a China, e 3.869 mortos, mais de 80% de todos os óbitos confirmadas pelas autoridades chinesas.

Todo o país regressa lentamente à normalidade, mas os chineses receiam uma segunda vaga da doença.

Em Pequim, as escolas de ensino secundário reabriram esta manhã, depois de terem estado encerradas durante mais de três meses. Já os estudantes do ensino básico só regressam às aulas no dia 11 de maio.

Com exceção da província de Hubei, a mais afetada pela pandemia, a capital chinesa era a única divisão administrativa do país que não tinha ainda anunciado o regresso às aulas presenciais.

A China registou três casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, dois deles oriundos do exterior, e uma vítima mortal, em Pequim.

Trata-se de uma queda face a sexta-feira e sábado, quando o país registou doze e onze casos, respetivamente.

O novo caso de contágio local foi detetado na província de Heilongjiang, no nordeste da China, onde se registou recentemente um aumento de infeções causado por cidadãos chineses oriundos da Rússia.

O número de infetados ativos no país fixou-se em 723, depois de 80 pessoas terem tido alta após superaram a doença, nas últimas 24 horas.

Desde o início da epidemia, a China registou, no total, 82.830 infetados e 4.633 mortos. Até ao momento, 77.474 pessoas tiveram alta.

As autoridades chinesas referiram que 730.529 pessoas que tiveram contacto próximo com infetados estiveram sob vigilância médica na China, entre as quais 8.443 permanecem sob observação.

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