Kamala Harris pede que EUA reforcem as suas alianças globais

Homenageando as vítimas dos atentados de 11 de setembro, Harris repetiu a mensagem que o Presidente Joe Biden divulgou na sexta-feira, afirmando que a unidade é a "maior força" do país.

A vice-Presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, pediu este sábado para que os EUA fortaleçam as suas alianças globais, homenageando as vítimas dos atentados de 11 de setembro, no discurso do vigésimo aniversário dos ataques.

«Neste dia solene de recordação, devemos aceitar o desafio de olhar para trás, de recordar. Pelo bem dos nossos filhos. Pelo bem dos seus filhos. E para isso, devemos também olhar para a frente, para o futuro", disse Harris na sua intervenção em Shanksville, Pensilvânia.

A vice-Presidente participou, ao lado do ex-Presidente George W. Bush (2001-2009), na cerimónia em memória das 40 vítimas do voo 93 da United Airlines, que caiu num campo da Pensilvânia, na manhã de 11 de setembro.

"Eles lutaram pelas suas próprias vidas e para salvar a vida de inúmeras outras pessoas. Hoje, espero e rezo para que continuemos a honrar a sua coragem (...) fortalecendo os nossos laços comuns (dentro do país) e fortalecendo as nossas alianças globais ", sublinhou Harris.

Harris repetiu a mensagem que o Presidente Joe Biden divulgou na sexta-feira, afirmando que a unidade é a "maior força" do país, num momento de tensões políticas latentes nos Estados Unidos após o mandato de Donald Trump (2017-2021).

Embora Biden compareça às cerimónias de comemoração -- hoje, nos três locais onde ocorreram os ataques há duas décadas -, ele não fará declarações em nenhum dos eventos e preferiu expressar-se num discurso gravado em vídeo e divulgado na sua conta oficial da rede social Twitter, na sexta-feira.

O voo 93 da United Airlines cumpria a rota entre o aeroporto de Newark (Nova Jersey) e São Francisco, quando, na manhã do dia 11 de setembro, caiu em campo aberto em Shanksville (Pensilvânia), segundo a versão oficial.

De acordo com esta versão, os passageiros do avião intervieram para impedir que o avião servisse para atingir outro alvo em Washington, depois de saberem que os terroristas tinham sequestrado três outros aviões que colidiram com as Torres Gémeas em Nova York e com o prédio do Pentágono em Arlington (Virgínia).

Todos os 37 passageiros do avião, incluindo quatro sequestradores da Al-Qaida, e todos os sete tripulantes morreram no incidente na Pensilvânia.

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