Marcelo Rebelo de Sousa recorda de Klerk como "figura marcante do fim do apartheid"

Antigo presidente sul-africano morreu aos 85 anos, vítima de cancro.

O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, recordou esta quinta-feira o antigo Presidente sul-africano Frederik W. de Klerk como uma "figura marcante do fim do apartheid e da transição para a democracia" na África do Sul.

Frederik W. de Klerk, o último Presidente da África do Sul no período do regime do apartheid, morreu hoje na Cidade do Cabo aos 85 anos, vítima de cancro.

Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa "apresenta condolências à família e amigos do antigo chefe de Estado sul-africano e Nobel da Paz, Frederik W. de Klerk".

O Presidente português recorda-o como uma "figura marcante do fim do 'apartheid' e da transição para a democracia no seu País, um contribuidor para a construção da paz na África do Sul".

Num discurso proferido no parlamento da África do Sul em 2 de fevereiro de 1990, Frederik de Klerk anunciou que Nelson Mandela iria ser libertado, após 27 anos preso.

No mesmo discurso, anunciou o fim da proibição do Congresso Nacional Africano (ANC) e de outros grupos políticos anti-apartheid. Vários membros do parlamento abandonaram a câmara enquanto o então Presidente discursava.

De Klerk e Mandela receberam o Prémio Nobel da Paz em 1993 pela sua cooperação no processo de afastamento da África do Sul do racismo institucionalizado e em direção à democracia.

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