"Merci". Juncker despede-se de Bruxelas com elogios a Portugal

"Nem tudo está ok", admitiu o presidente cessante da Comissão Europeia, vincando que, relativamente a Portugal, Juncker guarda uma experiência na liderança do executivo de Bruxelas, das "melhores da vida"

Sem esconder a emoção afirma que esta será a ultima cimeira como presidente da Comissão Europeia. Em declarações às três rádios portuguesas, em Bruxelas, fala de Portugal como o melhor exemplo de cooperação numa Europa, que não vive os melhores dias.

"Nem tudo está ok", admitiu o presidente cessante da Comissão Europeia, vincando que, relativamente a Portugal, Juncker guarda uma experiência na liderança do executivo de Bruxelas, das "melhores da vida".

"Com Portugal desenvolvemos um tipo de cooperação que foi uma das melhores que tive na minha vida", afirmou o presidente da Comissão Europeia, à margem da cimeira, em declarações às três rádios portuguesas, em Bruxelas, no dia em que completou a "ultima" da 148 cimeiras europeias.

"Foi de certeza o último Conselho Europeu em que estive. Foi o número 148. Estou feliz por sair e feliz por me ir embora", afirmou enquanto se deteve perante o grupo de três jornalistas portugueses.

Questionado pela TSF sobre o mandato da futura presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, o ainda líder do executivo comunitário, enviou uma curta mensagem, dizendo que "ela deve cuidar da Europa".

Já sobre as expectativas em relação ao trabalho da sucessora, responde de forma lacónica, dizendo tratar-se de "um problema dela e não meu [de Juncker]".

O presidente cessante acabou por se emocionar, na sala de imprensa, a falar aos correspondentes, que acompanharam os seus cinco anos de mandato. Ficarei sempre orgulhoso até ao final da vida, por ter podido servir a Europa", disse o presidente sem esconder a emoção que lhe embargou a voz, especialmente quando agradeceu a atenção de todos, com um embargado "merci".

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