Netanyah...rua!

Fora do governo. O duro líder israelita em mais de doze anos foi corrido por uma coligação de oito partidos "tão frágil quanto histórica". Biden na Europa também na revista de imprensa internacional da TSF.

No francês Libération, com um anglicismo e a pensar em Israel... o título é: "Netanyahout"... out... fora... fora do governo de Israel... escreve este jornal francês... Doze anos de poder e uma 'direitização' extrema do país, o primeiro ministro israelita Benjamin Netanyahu teve de ceder o poder domingo, derrotado por uma coligação heterogénea onde o único cimento era obter a saída dele, 'Bibi'. O fim de uma era que exacerbou as tensões na região. Mas é uma mudança que o Libération, na página dois, no artigo com o título "o pontapé no duro", uma mudança considerada "tão frágil quanto histórica".

O assunto também abre o EL País, "Israel forma um governo que enterra 12 anos de Netanyahu"... o jornal falam nos primeiros escolhos, obstáculos, que esperam o governo de mudança com 27 ministérios, sendo pela primeira vez, um terço deles liderados por mulheres... vai enfrentar desde já, amanhã, a marcha nacionalista judia na cidade velha de Jerusalém, já autorizada pela polícia... vai circundar o bairro muçulmano, mas o seu principal acesso, a Porta de Damasco, vai estar tapado por muitas bandeiras de Israel. No norte da Cisjordânia vai também haver, nos próximos dias, o levantamento de um colonato ilegal e a expulsão de dezenas de colonos judeus. Espera-se para ver a reação do novo chefe de governo Naftali Bennett, que há menos de uma década era presidente do Conselho Yesha, a principal organização dos colonos da Cisjordânia...

A foto de capa do El país tem que ver com a marcha de ontem, contra os indultos... por entre um mar de bandeiras de Espanha, vê-se um cartaz que diz "Sánchez, vai-te... já!".

No La Vanguardia,"uma direita dividida e menos mobilizada clama contra os indultos"... A dirigente do PP em Madrid, Isabel Duias Ayuso, presidente da comunidade autónoma da capital, questiona o papel do Rei e pergunta sobre a possível cumplicidade de Filipe VI na concessão de um perdão que depende do governo.

Volto a França... o Fígaro diz que a NATO procura reinventar-se face aos perigos mundiais... mas também escreve que os europeus estão renitentes em fazer da Aliança uma ferramenta contra as ambições chinesas como defende Joe Biden. Não estão na mesma linha.

No belga La Libre, "Biden em Bruxelas parta fazer esquecer os anos Trump".

A edição semanal em papel do norte-americano Christian Science Monitor, com data da próxima segunda 21, lança o debate: "Será a política a nova religião"? O artigo de LInda Feldmann explica porque é que muita gente, à esquerda e à direita, fazem política com fervor religioso. Um dirigente evangélico, na reportagem, afirma estarem a responder ao que a esquerda tem feito: "rezar no altar da política". Outra de um movimento contra o discurso do ódio contra asiáticos diz que muita gente encontrou casa espiritual no movimento para expandir e restaurar os direitos cívicos.

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