Novo máximo em 30 anos. Inflação na OCDE atinge 6,6%

Em dezembro de 2021, o indicador teve a taxa mais alta desde julho de 1991.

A inflação na zona OCDE cresceu para 6,6% em dezembro de 2021, atingindo a taxa mais alta desde julho de 1991, segundo um relatório revelado pela organização. O aumento deve-se, em parte, ao crescimento da inflação na Turquia (36,1% em dezembro), ao excluir o país, a inflação na área aumentou de forma mais moderada, com 5,6%.

Em todo o ano de 2021, a inflação na OECD subiu para 4%, o maior aumento em termos anuais desde 2000. No mesmo sentido, os preços da energia também aumentaram, mas em 15,4%, o máximo desde 1981. Sem incluir a comida e a energia, a inflação anual cresceu para 2,9%, comparada com o 1,8% de 2021.

Em dezembro, a inflação homóloga aumentou moderadamente na maioria dos países do G7 em relação a novembro, tendo aumentado nos Estados Unidos (para 7,0%, contra 6,8% em novembro), Reino Unido (para 4,8%, contra 4,6%), Itália (para 3,9%, contra 3,7%), Japão (para 0,8%, contra 0,6%), na Alemanha (para 5,3%, contra 5,2%) e Canadá (para 4,8%, contra 4,7%).

A inflação manteve-se em França, em 2,8%.

A inflação excluindo alimentos e energia foi o principal fator para a inflação global nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Canadá, tendo contribuído com 4,7 pontos percentuais, 3,5 pontos, 3,0 pontos e 2,6 pontos, respetivamente.

No entanto, a energia teve uma contribuição significativa para a inflação global em todos os países do G7, variando de 1,2 pontos percentuais no Reino Unido a 1,8 pontos percentuais nos Estados Unidos, e foi o principal contributo para a inflação global em França.

Enquanto a inflação dos preços dos alimentos aumentou em todos os países do G7, as suas contribuições para a inflação global permaneceram limitadas, variando entre 0,2 pontos percentuais em França e 0,7 pontos percentuais no Canadá.

*Notícia atualizada às 11h13

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