Número de mortes provocadas pela derrocada de glaciar em Itália sobe para dez

As equipas de salvamento estão a utilizar cães e aviões não tripulados para conseguirem recuperar os restos mortais entre os destroços.

O número de mortes provocadas pela derrocada de parte do glaciar Marmolada, nos Alpes italianos, no domingo, aumentou para dez, depois do corpo de mais uma pessoa ter sido localizado na quinta-feira.

As equipas de salvamento, que adiantaram andar à procura de mais uma vítima, estão a utilizar cães e aviões não tripulados para conseguirem recuperar os restos mortais entre os destroços da avalanche, informou o chefe da província de Trento, Maurizio Fugatti.

Até à data, apenas seis dos dez corpos foram identificados, incluindo os de dois cidadãos checos, na quinta-feira.

As equipas de resgate encontraram partes de corpos no local da catástrofe, prova do violento impacto da avalanche sobre os montanhistas.

A tragédia ocorreu no domingo nas montanhas alpinas Dolomitas, quando parte do glaciar Marmolada, de 200 metros de comprimento, 60 de largura e 30 de espessura caiu pela montanha, provocando danos.

Especialistas disseram que as temperaturas provavelmente contribuíram para derrocada, uma vez que o glaciar tinha derretido mais rápido do que o habitual perante uma onda de calor, possivelmente desestabilizando-o.

As equipas de resgate consideram difícil encontrar todos os desaparecidos, já que a massa de gelo e rochas que caiu equivale a dois campos de futebol, mas o presidente de Veneto, Luca Zaia, veio a público sublinhar ser um "dever moral" devolver os corpos às famílias.

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