O fim do "pesadelo". EUA "libertam-se do pior Presidente da história"

Esperança. O escritor Richard Zimler não tem dúvidas de o dia de hoje representa a libertação de quatro anos de "políticas sociopatas, ignorantes e racistas".

"Os últimos quatro anos foram um pesadelo para qualquer americano que esteja interessado na democracia", afirma à TSF Richar Zimler que nasceu em Nova Iorque e há quatro anos que espera pelo dia de hoje.

"Felizmente conseguimos libertar o país de Donald Trump, um presidente vergonhoso, sociopata, ignorante e racista. Vamos ter quatro anos de um presidente mais inteligente, com mais solidariedade e empatia e o país pode seguir um rumo diferente e mais sensato"

Um pesadelo, é como descreve o mandato que hoje termina.

"O presidente Trump foi o pior presidente da história americana. Conseguiu enfraquecer as instituições democráticas, que é a parte mais perigosa destes últimos anos. Conseguiu, por exemplo, tirar o orçamento à entidade americana que fiscaliza o ambiente; apoiou os grupos mais retrógrados da sociedade americana, as milícias, o Ku Klux Klan, os supremacistas brancos... é um pesadelo".

Richard Zimler, tem dupla nacionalidade, americana e portuguesa, vive na cidade do Porto desde 1990... a chegada de Joe Biden traz esperança, mas o desafio é gigantesco.

"As instituições democráticas dos EUA estão muito fragilizadas e o partido Republicano é agora um grupo de pessoas sem escrúpulos. Depois desta insurreição no Capitólio ainda há uma maioria dos senadores que apoia esta traição".

O escritor diz que não há perdão para esta traição aos valores americanos e teme que os próximos meses fiquem marcados por mais violência.

"É preocupante que possa haver infiltrações destes grupos de direita nas próprias forças de segurança, na Guarda Nacional, na polícia..."

Para Richard Zimler a pandemia de Covid-19 também mostrou o que diz ser a liderança desastrosa de Trump. Joe Biden traz nova esperança para o futuro. O escritor diz que vai assistir à cerimónia da tomada de posse, não podia falhar este momento simbólico.

"A possibilidade de ver o país libertado das forças mais retrógradas e reacionárias e a possibilidade de começar um novo caminho, a esperança é muito grande... mas vai ser muito difícil".

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