"O mundo blinda-se perante o Omicron" ou a "irresponsabilidade dos países ricos"

A variante Omicron domina as capas dos jornais internacionais perante o aumento do número de casos e a falta de vacinação global. Atenção às Antilhas francesas. Revista de imprensa internacional na TSF.

O mundo blinda-se perante o Omicron, lemos na capa do diário espanhol ABC cuja foto mostra um grupo de pessoas no check in de um aeroporto...toda a gente com máscara...

No La Vanguardia, inquietude ante o risco de que os contactos COVID-19 disparem.

No Voz da Galiza "pandemia obriga a recuperar restrições"...

No Correio Galego: a sexta vaga alcançará o pico na Galiza antes do Natal...

A variante Omicron espalha-se pela Europa no meio da sexta onda...manchete do El País... Pelo menos cinco países da União Europeia já detetaram casos da nova variante do coronavírus. A Holanda regista o maior surto, com 13 infeções confirmadas, todas de viajantes que chegam da África do Sul. Fora das fronteiras da UE: o Reino Unido, Israel e a Austrália sequenciaram o vírus. Alguns estados impuseram medidas drásticas (Israel e Marrocos suspenderam a entrada de estrangeiros não residentes), apesar da OMS pedir prudência na avaliação do perigo. O Reino Unido convocou uma reunião urgente do G-7 para discutir o assunto.

No Global Times da China... Omicron causa alarme global, acumulação de vacinas responsabilizada pelo que está a acontecer.

Mas os principais epidemiologistas chineses descartaram a possibilidade de que Omicron terá um grande impacto na China, apontando para a atual dinâmica zero- COVID do país e resposta rápida a surtos que garantem que o país é capaz de lidar com qualquer variante.

O La Nazione em Italia diz que o Omicron faz um pouco menos de medo...

Para o diário francês L"Humanité, trata-se da irresponsabilidade dos países ricos.

Antilhas, a crise múltipla.... Está na capa do Liberation... A preocupação do governo francês é não dar a impressão de ceder à violência. O Ministro do Ultramar, Sébastien Lecornu, invocou "um notável regresso à calma" na noite de sábado para domingo para justificar o voo surpresa para uma viagem de três dias a Guadalupe e Martinica; deve reunir-se com "eleitos e atores sindicais e socioprofissionais". Desde 15 de novembro e com a entrada em vigor da obrigação de vacinação dos trabalhadores da saúde, o executivo tem lutado para conter um movimento social e cenas de guerrilha urbana cujas origens vão além da crise sanitária.

No Figaro, Guadalupe, Martinica, o governo na armadilha...no editorial chamam-lhe um golpe de póquer além-mar...

Na conferência internacional da região dos Grandes Lagos, "Angola desencoraja atos de subversão contra a democracia", lemos no jornal de Angola.

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