"O mundo está unido para fazer Putin pagar." Biden garante mais armamento para a Ucrânia

Presidente norte-americano afirma que está a ter em conta os pedidos de Zelensky para mais apoio.

Joe Biden admitiu que a batalha contra a Rússia pode ser muito longa e difícil e reforçou que Vladimir Putin está a impor morte, sacrifício e a destruir hospitais, mas garantiu que os EUA e os aliados estão unidos na ajuda à Ucrânia.

"Os russos estão a manter reféns médicos e pessoal de saúde. O mundo está unido para fazer Putin pagar pelos crimes que está a cometer. A NATO e os seus aliados estão empenhadíssimos para promover todo o apoio possível", garantiu, numa conferência de imprensa sem direito a perguntas.

O Presidente norte-americano afirmou que estão a ter em conta os pedidos de Zelensky para mais apoio no que toca a armamento e tecnologia.

"Estamos a ameaçar Putin e as suas forças de forma muito grande, um apoio sem precedentes. É preciso garantir que a Ucrânia tenha todo o equipamento necessário para impedir o avanço russo", sublinhou Biden.

O chefe de Estado afirmou que vai agilizar todos os processos burocráticos para que a ajuda chega à Ucrânia o mais depressa possível e relevou que os EUA estão também a ajudar o país de Zelensky a adquirir equipamento aéreo de longo alcance.

"Nove mil lança-granadas e mísseis portáteis que podem permitir destruir tanques e outros veículos militares. Tudo isto demonstra a nossa vontade em mandar uma mensagem muito clara de apoio à Ucrânia. Os nossos aliados têm-se juntado para contribuir neste esforço", acrescentou Joe Biden numa conferência de imprensa sem direito a perguntas.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 726 mortos e mais de 1.170 feridos, incluindo algumas dezenas de crianças, e provocou a fuga de cerca de 4,8 milhões de pessoas, entre as quais três milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

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