Panamá impõe vacinação contra a Covid-19 aos funcionários públicos

Quem não queira ser vacinado "terá de apresentar um teste negativo todas as segundas-feiras ao seu chefe ou aos seus recursos humanos".

O Presidente do Panamá, Laurentino Cortizo, decretou na quarta-feira a obrigação de vacinação contra a Covid-19 para todos os funcionários públicos do país, anunciou o ministro da Saúde do apís, Luis Francisco Sucre.

"Hoje (quarta-feira) assinámos um decreto com o Presidente onde a vacinação é obrigatória para todos os funcionários públicos" porque "se há algo que não pode parar, são as instalações governamentais, que devem continuar a funcionar", disse o responsável.

Um funcionário público que não queira ser vacinado "terá de apresentar um teste negativo todas as segundas-feiras ao seu chefe ou aos seus recursos humanos", acrescentou.

O Panamá, um país centro-americano com uma população de 4,2 milhões de habitantes, regista mais de 500 mil casos acumulados de infeção e 7445 mortes por coronavírus, desde o início da pandemia.

Em menos de um mês, o número de infeções por dia saltou de algumas centenas para mais de 4300.

Perto de 81% das pessoas com mais de 12 anos de idade estão totalmente vacinadas no Panamá.

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