Para ler ao meio-dia. Óscares e censura, as lições de Chernobil e os anticorpos dos portugueses

O sucesso da realizadora chinesa Chloé Zhao, na cerimónia dos Óscares, está a ser recebido com silêncio e até mesmo casos de censura na China.

Fez-se história. Chloé Zhao, sino-americana, tornou-se este domingo a primeira mulher asiática e a segunda mulher a conquistar um Óscar de melhor realização, com "Nomadland - Sobreviver na América", na 93.ª edição dos prémios da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas, dos Estados Unidos. O filme recebeu também o prémio de Melhor Filme, e também com "Nomadland", Frances McDormand levou para casa o prémio de "Melhor Atriz Principal".

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Já na China, o sucesso da realizadora chinesa Chloé Zhao, na cerimónia dos Óscares, está a ser recebido com silêncio e até mesmo casos de censura, devido a declarações feitas há oito anos. Zhao foi vítima de ataques em março, quando ganhou um Globo de Ouro de melhor realização, devido a um comentário feito há oito anos. Numa entrevista, em 2013, a cineasta disse que, na China, "há mentiras por todo o lado", referindo-se ao sistema político.

Há 15,5% de portugueses com anticorpos contra a Covid-19. A população portuguesa, até aos 80 anos, já tem uma prevalência de 15,5 % de anticorpos contra a Covid-19. O Inquérito Serológico Nacional revela ainda que 13,5% dessa imunidade foi conferida através da infeção e os restantes 2% através da vacinação.

Utentes a recusar a vacina? Quase todos os médicos de família já ouviram pelo menos um utente recusar a vacina contra a Covid-19. Os mitos e os receios são comuns, principalmente agora que surgiu uma nova vacina para uma nova doença. É Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, que o admite, em declarações à TSF. O clínico já teve de esclarecer muitas dúvidas a utentes com medo.

As lições que Chernobyl deixou... O Movimento Ibérico Antinuclear (MIA) defende que o acidente nuclear de Chernobil, ocorrido há precisamente 35 anos, deveria fazer "refletir seriamente" sobre a central nuclear de Almaraz, localizada perto da fronteira com Portugal. O Movimento argumenta que a central nuclear "é uma temível bomba-relógio que nos ameaça e que, tranquilamente, continuamos a ignorar".

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