Uma alegada queda e várias possíveis doenças. Eis o que se sabe sobre a saúde de Putin

Estado de saúde do Presidente russo, de 70 anos, tem sido alvo de especulação.

O estado de saúde do Presidente russo Vladimir Putin tem sido alvo de especulações desde o início do ano, altura em que a Rússia invadiu a Ucrânia. Os boatos que circulam apontam para que o líder russo esteja a lidar com uma série da doenças, desde cancro a Parkinson e Alzheimer.

A mais recente especulação foi publicada no final desta semana no canal de Telegram General SVR, de um antigo espião russo, que afirma que Vladimir Putin, de 70 anos, caiu das escadas da sua residência oficial, em Moscovo, e terá ficado com hematomas no cóccix. E é dessa mesma rede social que têm surgido a maioria das especulações, que depois acabam por ser divulgadas por órgãos de comunicação social um pouco por todo o mundo, desde a Europa aos EUA, em jornais como o New York Post, The Mirror, por exemplo.

No entanto, nenhuma destas informações é oficial e o facto de o Telegram permitir o anonimato aos administradores de cada canal torna a rede social propensa a desinformação. Após este último rumor, a revista norte-americana Newsweek contactou os gabinete de imprensa de Putin e a embaixada da Federação Russa nos EUA para obter esclarecimentos mas, até ao momento, ainda não recebeu qualquer resposta.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas - mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa - justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

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