Rússia entende que não houve diálogo entre as duas partes do conflito líbio

O secretário-geral da ONU anunciou que as potências estrangeiras se comprometeram a renunciar a uma interferência.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergueï Lavrov, considerou que os dois lados do conflito líbio não se concentraram num "diálogo sério e estável" na conferência internacional que decorreu este domingo em Berlim.

"A conferência foi muito útil (...), mas é claro que ainda não foi lançado um diálogo sério e estável" entre o governo de Fayez al-Sarraj, reconhecido pelas Nações Unidas, e o marechal Khalifa Haftar, líder do Exército Nacional Líbio.

Após a conferência internacional realizada em Berlim, o secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou que as potências estrangeiras se comprometeram a renunciar a uma interferência no conflito líbio.

"Todos os participantes se comprometeram a renunciar a interferências no conflito armado ou em questões internas da Líbia", indicou Guterres, apesar de a Turquia apoiar militarmente o governo de Fayez al-Sarraj, em Tripoli, e de a Rússia, apesar de negar, ser suspeita de apoiar o de Khalifa Haftar.

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