Ryanair à espera da Boeing. "Continuamos confiantes que o Max é um grande produto"

Atrasos na entrega dos 737 Max obrigou a trasnportadora a encerrar bases aeroportuárias e deve levar a cortes no pessoal.

A Ryanair admite reduzir o números de trabalhadores, na sequência da revisão em baixa das perspectivas de crescimento.

O presidente da companhia aérea diz que o atraso na entrega de novos aviões por parte da Boing, devido à obrigação de manter no chão os aviões 737 Max, obrigaram a empresa a refazer toda a estratégia e a prolongar a vida dos aviões mais velhos.

O plano de cortes vai estar defino até ao próximo mês e deverá afetar os trabalhadores, admitiu Michael O'Leary em conferência de imprensa.

Ainda não é certo que o problema dos Boing 737 esteja resolvido em breve, mas a Ryanair continua a acreditar que será possível iniciar o novo processo de certificação dos aviões e o treino dos pilotos em simulador no fim do verão.

"Continuamos confiantes que o modelo Max é um grande produto", disse esta manhã o presidente da Ryanair. Assim que a Boeing consiga entregar os 135 aviões encomendados, a companhia aérea irlandesa vai começar a usá-los.

Esta segunda-feira, a Ryanair anunciou esta segunda-feira que vai encerrar bases aeroportuárias no inverno e verão de 2020 devido aos atrasos nas entregas dos Boeing 737 Max.

[Notícia em atualização]