Suécia abandona investigação a alegados abusos sexuais de Assange

Fundador do WikiLeaks passou sete anos refugiado na embaixada do Equador em Londres para evitar a extradição para a Suécia.

A justiça sueca decidiu abandonar as acusações de violação imputadas a Julian Assange.

O fundador do WikiLeaks, de 48 anos, era desde 2010 suspeito da violação de duas mulheres no país, mas sempre se alegou inocente.

"A investigação preliminar vai ser descontinuada", anunciou a procuradora Eva-Marie Persson, citada pela Reuters.

Julian Assange está desde maio detido no Reino Unido desde que foi condenado por um tribunal em Londres a passar 50 semanas na prisão pela quebra das medidas de coação face a um mandado de detenção em 2012.

O australiano foi detido a 11 de abril pela polícia britânica na embaixada do Equador em Londres depois de o presidente do Equador ter decretado o fim do asilo politico que durou seis anos e 10 meses.

Isto Lenin Moreno explicou a decisão acusando o fundador do WiliLeaks de conduta agressiva e hostil e de desrespeito pelos tratados internacionais.

Em tribunal, Assange invocou ter sido confrontado com "circunstâncias apavorantes" que o levaram a refugiar-se durante sete anos na embaixada do Equador em Londres em junho de 2012 para evitar a extradição para a Suécia, onde seria questionado sobre alegações de abusos sexuais sobre duas mulheres.

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