Trambolhão recorde nas economias de EUA (9,2%) e Alemanha (10,1%)

Covid, economias em crise, medidas, férias condicionadas, confinamentos, famílias separadas... a pandemia fez os nossos dias assim.

Uma boa prenda... O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, oferece às autonomias, aos governos autónomos em Espanha, governar, gerir, o fundo europeu, o dinheiro que vem de Bruxelas. Está na capa do diário catalão La Vanguardia. Quim Torra e Urkullu, os líderes dos governos regionais da Catalunha e do País Basco não compareceram à reunião em que se fixou a repartição de recursos. Ainda na capa do La Vanguardia, uma foto com muito amarelo e preto, são os táxis de Barcelona parados, sem trabalho. Ainda na capa, o ócio noturno provoca trinta surtos com mais de mil e cem contágios...

No Voz da Galiza, quase trinta mil pessoas notificaram que chegaram de zonas de risco...ontem 1229 novos casos positivos em Espanha. E há um novo perfil do doente de covid-19: jovem, sem sintomas, e que sai à noite para a folia, diz o diário Voz da Galiza.

No francês Fígaro... máscaras, testes, as estranhas férias dos franceses. As pessoas adaptam as férias às regras sanitárias. Não é só em França...

A tentativa de Donald Trump em adiar as eleições está no italiano La Republica, é também manchete no no ABC e no El País em Espanha, que além disso diz que a economia sofreu uma queda recorde. 9,2 % face ao trimestre anterior. O título do ABC é "Trump apresenta adiar eleições no meio de um descalabro económico nos Estados Unidos". No El País lemos que na Alemanha, o trambolhão na economia foi pior: 10,1%. As maiores quedas da economia dos dois países na história moderna. O Global Times, da China, não deixa passar o assunto e escreve na primeira página que os Estados Unidos sofrem declínio recorde do PIB no meio da pandemia. Mas a foto de capa é de uma imagem da Rainha Isabel II a ser preparada para a reabertura, reabertura do Museu Madame Tussaud, ontem, em Londres.

O Jerusalem Post, em Israel conta esta manhã na primeira página que apesar das ameaças de violência, os manifestantes continuam a luta contra o primeiro-ministro. Na mesma capa, revela-se que o governo alega ter controlado o coronavírus e que vão começar a ser levantadas as restrições aos fins-de-semana.

Mais cautela na primeira do Guardian, que afirma que os patrões não podem forçar o pessoal de proteção a voltar ao trabalho, é um aviso do TUC, o Congresso dos Sindicatos britânicos. No Daily Mail diz-se que 4 milhões e meio de pessoas podem ser afetadas se for decretado um novo confinamento. A notícia surge com o regresso em força de novos casos ao norte do país, que obriga famílias de Manchester a Bradford a não se encontrarem em espaços fechados. No Daily Express, os especialistas provam que se pode parar a demência. O anúncio sobre como reduzir os riscos de demência vai ser feito hoje por cientistas britânicos.

O jornal americano USA Today conta porque é que os latinos, a população hispânica no país, foram os mais atingidos pelo coronavírus. E revela falhas em testes que ajudaram à disseminação da doença em comunidades e fábricas.

O País, em Angola, diz em manchete que a covid-19 chega ao Uíge, Cabinda e Lunda-Norte e mata mais três em Luanda. O Jornal de Angola dá grande destaque ao Dia da Mulher Africana, que hoje se celebra, fala dos desafios que ainda existem em termos de igualdade e de luta contra a violência doméstica e tem um dossiê com AS jornalistas com o título "O desafio da ascensão das jornalistas aos cargos de chefia e direção". O Tribuna de Macau dá conta da morte de um capitão de Abril... Teófilo Bento.

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de