Trump termina mandato com mínimo histórico de popularidade

A popularidade média de Donald Trump durante o seu mandato foi de 41%, a mais baixa de sempre para um Presidente norte-americano.

De acordo com a empresa de sondagens Gallup, que calcula a popularidade dos presidentes norte-americanos há mais de 82 anos, os 41% de opiniões favoráveis a Trump são a média mais baixa desde o ex-Presidente Harry Truman (1945-1953), cuja média foi de 45,4%.

De acordo com a última leitura, realizada entre 4 e 15 de janeiro, a percentagem de opiniões favoráveis ao presidente cessante é também a mais baixa do seu mandato, 34%, com profundas divergências entre eleitores do partido republicano, que elegeu Trump, e do partido democrata.

Com base em 1.023 entrevistas, a sondagem da Gallup indica que 82% dos republicanos aprovam Trump, enquanto apenas 4% dos democratas e 30% dos eleitores independentes manifestam igual opinião.

Segundo a Gallup, Trump é o primeiro presidente norte-americano a nunca ter alcançado a fasquia dos 50% de opiniões favoráveis, tendo oscilado entre um máximo de 49% no início de 2020, antes da pandemia de Covid-19, e os 34% agora registados.

O novo Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomará posse esta quarta-feira, juntamente com a vice-Presidente, Kamala Harris, primeira mulher a ocupar o cargo.

Depois da invasão do Capitólio a 6 de janeiro, por apoiantes de Trump, milhares de efetivos da Guarda Nacional, o exército de reserva norte-americano, foram mobilizados para ajudar nas operações de segurança da investidura.

Serão cerca de 25.000 que estarão quarta-feira na capital para proteger a "zona vermelha", diante da colina do Capitólio, onde terão lugar as cerimónias.

A imensa esplanada do "National Mall", onde centenas de milhares de norte-americanos se deslocam habitualmente de quatro em quatro anos para assistir à cerimónia de tomada de posse, está encerrada e fechada a cadeado.

Em Washington, os militares armados e os polícias estacionados defronte de veículos blindados substituem as multidões, com a circulação nas ruas bloqueada por blocos de betão.

Pelo menos dois civis armados foram detidos nos últimos dias em redor da "zona vermelha".

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