Ucrânia fala "em crimes de guerra". "Continuam a atacar hospitais, orfanatos e brigadas médicas"

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia.

Sergiy Kylslysya, embaixador ucraniano das Nações Unidas, lembrou que a Rússia tem usado todo o seu poderio militar para atacar a Ucrânia, chegando até a disparar mísseis, e acusa o país de cometer "crimes de guerra".

"Os mísseis da Rússia atacaram os subúrbios de Kiev e outros pontos de logística como pontos e reservatórios de água. As forças russas também se apoderaram de uma central nuclear e das zonas perto do canal da Crimeia. Continuam a atacar hospitais, orfanatos e brigadas de junta médica, cometendo crimes de guerra", explicou Sergiy Kylslysya.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de mais de 100 mil deslocados e quase 500 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

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