Um padre que pede orações e uma zona de exclusão aérea na Ucrânia

O responsável pela Igreja da Vírgem Maria do Perpétuo Socorro, em Brovary, diz à TSF que a tranquilidade suburbana é quebrada por mísseis e algumas incursões russas reprimidas pelas forças ucranianas.

Brovary fica tão longe do centro de Kiev como Sintra fica do centro de Lisboa.

Neste subúrbio da capital ucraniana, a Igreja Católica do padre Roman Laba é também uma igreja fora de mão, nos limites exteriores da cidade.

Mas isso não o impede de escutar a guerra.

Roman Laba conta à TSF que a cidade "está normalmente calma, mas durante a noite foi atacada por mísseis".

O sacerdote acrescenta que não há "combates dentro da cidade".

"De vez em quando, algumas tropas invasoras tentam entrar na cidade", mas o padre Laba explica que "as nossas forças respondem e contra atacam".

Roman Laba garante que não sentem falta de comida.

A igreja da Virgem Maria do Perpétuo Socorro, em Brovary, perdeu muitos fiéis nos últimos dias porque fugiram para outras zonas do país e para a Polónia.

Mas as missas continuam a ser celebradas e contam com as presenças dos católicos que continuam na cidade.

A igreja de Brovary foi das primeiras a receber ajuda internacional, enviada pela Fundação Ajuda a Igreja que Sofre (AIS).

Antes do fim da conversa, Roman Lada deixou um duplo apelo: aos fiéis, "que rezem por nós", e aos governos dos países da NATO "que fechem o céu da Ucrânia".

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